Case: Piscinão de Ramos
O objetivo principal, criar empatia para formar a imagem do projeto como uma opção de lazer diferente, gratuita e sintonizada aos ideais de preservação ambiental, foi alcançado.
 
CREA - Conselho Regional de Arquitetura, Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro
Mongeral Seguros e Previdência
Fundação Museu da Imagem e do Som (FMIS)
Social Democracia Sindical
 

Piscinão de Ramos

Cenário
Em junho de 2002, o governador anunciou a construção do conjunto ambiental, cultural e esportivo da Praia de Ramos, no Complexo da Maré, Rio de Janeiro, e quem venceu a licitação para a obra foi a Odebrecht. Mas o projeto esbarrava em um desafio: conquistar a confiança de duas comunidades rivais – Ramos e Roquete Pinto, cada uma ligada a uma facção criminosa diferente, com quatro igrejas de credos diferentes.

Projeto da secretaria estadual do Meio Ambiente, e parte de um termo de colaboração assinado pela Petrobras e o governo do estado do Rio de Janeiro, a obra beneficiou mais de 100 mil pessoas, além dos moradores das comunidades da Praia de Ramos e Roquete Pinto, que passaram a freqüentar a área de lazer a pé. A atração principal foi a piscina de água salgada, cerca de 26 mil metros quadrados cheios de água limpa, própria para o banho, tratada em uma Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) construída exclusivamente para o projeto. A ETE passou a captar as águas poluídas da Baía de Guanabara e e torná-la limpa e balneável através de um moderno e eficiente sistema de tratamento.

Propostas da Monte Castelo Idéias
Para despertar a aceitação dos moradores em relação ao projeto, a solução adotada pela Monte Castelo Idéias foi criar um projeto de comunicação simples e criativo, executado em parceria com as lideranças locais.

Além de um jornal mural com notícias sobre o andamento do projeto e acontecimentos do cotidiano das duas comunidades – que foi afixado em locais de grande visibilidade, como associações de moradores, bares e postos de saúde -, a Monte Castelo criou um concurso entre os alunos matriculados no CIEP da região para escolher um mascote para o projeto; realizou sessões dominicais com exibição de filmes e vídeos educativos sobre o projeto do Piscinão; atraiu a confiança da colônia de pescadores local para realização de boca a boca positivo e criou uma rotina de informativos semanais nas rádios comunitárias sobre o andamento das obras.

Resultado
O objetivo principal, criar empatia para formar a imagem do projeto como uma opção de lazer diferente, gratuita e sintonizada aos ideais de preservação ambiental, foi alcançado. As comunidades tornaram-se parceiras do projeto, formando um colchão de proteção para o consórcio responsável pelas obras.

 
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CREA - Conselho Regional de Arquitetura, Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro

Cenário
Em 2005, uma pesquisa realizada pela Monte Castelo Idéias junto aos formadores de opinião da mídia mostrou que a entidade era considerada burocrática e pouco atuante nas questões do cotidiano da sociedade. Era considerada ineficiente por ser defensiva; a mídia não conhecia a atuação do CREA; conhecia o ex-presidente do CREA, Sr. José Chacon, como um oportunista que fez do Conselho um trampolim político; e, além disso, todo o processo de comunicação corporativo era pouco criativo e não estava na linha da prestação de serviços aos membros do Conselho.

Propostas da Monte Castelo Idéias
Formar a imagem do CREA como um instrumento de apoio à sociedade, além da prestação de serviços para seus associados. O trabalho incluiu a criação e manutenção de um banco de pautas proativo, com sugestões integradas ao dia-a-dia da população, e o acompanhamento do noticiário de oportunidade. O trabalho incluiu, ainda, pautas em cima de assuntos de interesse nacional e a assessoria de imprensa junto aos veículos corporativos, com matérias específicas sobre benefícios e serviço para os profissionais registrados. Para o público interno, foi criado um jornal mural quinzenal Crea em foco, que passou a ser afixado nas inspetorias, tratando de notícias de interesse dos profissionais do sistema e inspetores.

Resultados
Atualmente, o Crea-RJ é fonte para a mídia e é acionado para participar de discussões que envolvem o dia-a-dia da cidade, tanto por parte da imprensa, quanto por parte dos agentes do poder público.

 
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Mongeral Seguros e Previdência

Cenário
Quando a Monte Castelo deu início ao trabalho para a Mongeral, em 2004, a companhia estava em fase de transformação de entidade aberta de previdência complementar em seguradora independente e o mercado de previdência privada não tinha o destaque visto hoje.
Na época, o Brasil possuia cerca de 7 milhões de funcionários públicos. Pessoas que, até então, não tinham maiores preocupações em adquirir planos de previdência complementar privada e seguros de vida, mas que, a partir da reforma da Previdência, foram gradativamente afetadas, gerando uma demanda específica para as seguradoras de vida e previdência.

A Mongeral, por ser especializada nesse segmento e possuir uma tradição de, na época, 169 anos, largava na frente em expertise em relação às seguradoras ligadas a bancos de varejo por conhecer a tipicidade do servidor público e as necessidades que serão geradas com a reforma. Entretanto, apesar de seus anos de atuação ininterrupta no mesmo mercado, nunca esteve presente na mídia e, como conseqüência, era desconhecida pela maioria dos repórteres e editores de economia da mídia nacional e, principalmente, regional, além de ter sua imagem negativamente associada aos montepios.


Propostas da Monte Castelo Idéias
Geração de mídia espontânea através do moderno conceito de assessoria de imprensa, que é detectar ou criar fatos que sejam notícia através da geração de conteúdo. Através de um banco de pautas rico em notícia e de um trabalho proativo junto aos principais repórteres de finanças da mídia nacional, a Monte Castelo Idéias transformou os executivos da companhia em fontes. Outro viés adotado em parelelo foi a assessoria de imprensa junto à mídia regional como apoio ao negócio da companhia, aproveitando o fato de a Mongeral possuir 24 sucursais e escritórios em todo o país e de haver uma carência de boas pautas destinadas aos veículos das capitais fora do eixo Rio-São Paulo.

Em 2005, a companhia completou 170 anos e desejava transformar a ocasião em uma oportunidade de geração de mídia. A Monte Castelo Idéias criou e editou o livro Olhar Carioca, contando 170 anos de hábitos cariocas, permeados com a história da companhia, que foi criada no Rio de Janeiro. O livro foi dado de presente ao município em uma cerimônia no Palácio da Cidade. O fato gerou matérias em toda a mídia nacional, regional, além da especializada no mercado segurador.
Porém, era preciso, ainda, consolidar a imagem da companhia junto às redações. Para isso, em 2006, foi criado pela Monte Castelo Idéias o Prêmio Mongeral Imprensa. O evento permitiu que a Mongeral ficasse conhecida entre os repórteres, além de contribuir para um maior número de matérias de serviço sobre previdência nos veículos, em particular da mídia regional.

Resultados
A Mongeral é hoje reconhecida como fonte para matérias de seguros e previdência e possui presença constante no noticiário de mercado.

 
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Fundação Museu da Imagem e do Som (FMIS)

Cenário
A falta de verba destinada à Fundação Museu da Imagem e do Som acarretou na deteriorização de sua estrutura e acervo ao longo dos anos até que, em 2003, foi preciso interromper seu funcionamento. Após três anos fechado, a população não sabia do plano de reabertura do museu, nem das ações realizadas em parceria com a Petrobras para editoração do acervo e obras de infra-estrutura.

Propostas da Monte Castelo Idéias
Recuperar a imagem do museu como a maior acervo musical do país e consolidar sua imagem como uma das melhores opções culturais da cidade e rica fonte de pesquisa para diversos públicos.

Resultados
O MIS entrou no calendário cultural da mídia e passou a ser procurado novamente como fonte para matérias sobre temas do seu acervo.

 
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Social Democracia Sindical (SDS)

Cenário
Em 2002, a recuperação da economia brasileira passava pelo aumento das exportações e, por conseguinte, por imensos ganhos de produtividade. Esses ganhos eram realizados através do aperfeiçoamento tecnológico, que num primeiro momento, geram desemprego. A CUT, central sindical ligada ao PT, defendia a manutenção do emprego através do corporativismo ou de uma visão assistencialista com a intervenção do estado. Já a Força Sindical entendia que isto deveria ser feito com a reciclagem da mão-de-obra na visão neo-liberal do emprego. Já a proposta da Social Democracia Sindical (SDS) era a geração de emprego através das microintervenções na economia com sugestões que, ao mesmo tempo, atenderiam à política econômica do Governo e permitiriam a geração de emprego.

Propostas da Monte Castelo Idéias
Formar a imagem da SDS como uma entidade sindical preocupada com os trabalhadores, principalmente os que estão na informalidade a ocuparem seu espaço no mercado, com a qualificação profissional e a formulação de propostas visando mudanças mais profundas que beneficiem toda a sociedade. Fundada em 1997 incorporando os conceitos da social-democracia e do sindicalismo cidadão, a Social Democracia Sindical (SDS) reunia, na época, 7 milhões de trabalhadores representados por 1.123 entidades (sindicatos, federações, confederações, associações, entidades comunitárias e cooperativas de trabalho).
Para nortear a geração de mídia espontânea, entre outras ações de assessoria de imprensa, a Monte Castelo Idéias propôs à SDS elaborar um projeto de lei de iniciativa popular denominado Simplesmente Trabalhador, para permitir que os mais de 40 milhões de trabalhadores informais brasileiros tivessem acesso a uma rede de proteção social similar aos dos trabalhadores formais. Para efetivar a coleta de assinaturas que daria suporte ao projeto de lei, foi organizado o Dia Nacional do Simplesmente Trabalhador nos pontos de maior movimentação popular em todas as principais cidades do país. Para permitir a integração de todas as entidades filiadas e as direções regionais, a Monte Castelo propôs, ainda, colocar no ar o Portal do Trabalhador, site com informações sobre a estrutura do sindicalismo cidadão, orientações sobre elaborações de projetos na área do Governo Federal, educação à distância, entre outros.


Resultados
A SDS passou a ser procurada como fonte pelos repórteres que cobriam o setor e a ser reconhecida nas redações como uma formadora de opinião para assuntos da área sindical e de trabalho.

 
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