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BINSWANGER BRAZIL FOCADA NA DESMOBILIZAÇÃO DE IMÓVEIS NO SUL DO PAÍS
Desde o agravamento da crise financeira, o mercado de consultoria imobiliária corporativa vem registrando aumento de demanda. Até então restrito ao eixo Rio de Janeiro/São Paulo, o cenário começou a ser fato também na Região Sul e despertou o interesse da Binswanger Brazil. A consultoria, que há 12 anos atua no mercado brasileiro e global, possui uma representação em Florianópolis e agora também no Paraná. Atualmente é responsável por diversas desmobilizações no Sul do país. A empresa foi contratada para coordenar e comercializar um novo lote com 68 imóveis da OI operadora telefônica, localizados nas regiões Sul e Centro-Oeste e destacou um imóvel localizado em Curitiba/PR, no bairro Mercês, local nobre e de fácil acesso para o centro da cidade. A propriedade possui 5.220 m² de terreno e 2.365 m² de área construída, uma excelente oportunidade para redesenvolvimento imobiliário de projetos residenciais ou comerciais.
Outra importante desmobilização é a de dois imóveis localizados no condomínio Industrial Teporti, em Itajaí/SC, no bairro Cordeiro, excelentes oportunidades de investimento. As propriedades possuem ótimas especificações técnicas, além de contar com uma câmara frigorífica dentro dos padrões internacionais. São 42.811 m² de área de terreno e 20.889 m² de área construída em um dos imóveis e 98.000 m² de área de terreno e 16.418 m² de área construída no outro. O condomínio que é completamente estruturado e conta com estrutura portuária privada em frente ao imóvel, dista cerca de 5 km do Porto de Itajaí e 12 km do aeroporto e Porto de Navegantes.
Segundo o vice-presidente da empresa, Luiz Antonio Graça, a expectativa é um grande número de consultas para operações de venda com locação, as chamadas sale lease back. “Esse tipo de operação permite desmobilizar os ativos, continuar ocupando o imóvel e ainda fazer caixa, o que, num cenário de limitação e dificuldade de crédito, é uma boa opção para dar liquidez ao foco principal do negócio”, explica.
Mercado é primeira alternativa depois de Rio de Janeiro e São Paulo
São Paulo e Rio de Janeiro continuam sendo a primeira opção para sediar grandes empresas. Porém, a reboque da falta de espaços corporativos nessas cidades, somada a atrativos como logística, mão-de-obra qualificada e alta qualidade de vida da maioria dos municípios da Região Sul, esta começou a despontar como opção.
“Curitiba, por exemplo, viveu uma total falta de espaços corporativos, principalmente de classe A, como reflexo do boom imobiliário de 2006. Em 2008, um estudo da Binswanger Brasil identificou que a capital paranaense registrou a maior valorização do metro quadrado de escritórios de alto padrão para locação no Brasil”, lembra Luiz Antonio Graça.
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TURISMO IMPULSIONA VENDAS DA HUMAITÁ LOUÇAS
A fornecedora carioca Humaitá Louças registrou aumento de 35% nos pedidos das linhas Humaitá Inox e Humaitá Catering na Equipotel 2009. Apostando no setor de turismo, a empresa lançou produtos específicos, como rechauds com sensor de presença de abertura automática, fogões de indução infravermelho, copos long drink em policabornato e bandejas antiderrapantes, muito usados em resorts e nas mesas estreladas. Segundo Júlio César Rodrigues, diretor comercial da empresa, a participação da Humaitá na Equipotel, maior feira de hotelaria e gastronomia da América Latina, superou a expectativa, que de era um aumento de 20% nas vendas.
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CENTRO CULTURAL CARTOLA LANÇA 2º NÚMERO DA REVISTA SAMBA
No próximo sábado, 03 de outubro, será lançado o 2º número da Revista Samba. Como não poderia deixar de ter, o lançamento será com um encontro de velhas guardas abrindo os festejos do aniversário do mestre Cartola e encerramento do centenário. Pegando carona no lançamento da revista, será lançada a campanha para a troca do telhado do Centro de Referência e Pesquisa do Samba. “No evento estaremos apresentando a série de depoimentos das Matrizes do Samba do Rio de Janeiro, uma parceria entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIRI)”, destaca a neta do sambista e vice-presidente do Centro Cultural Cartola, Nilcemar Nogueira. O show ficará por conta do grupo “Rosa de Samba”, com sambas de terreiro. “É a retribuição de carinho e confraternização a todos aqueles que participaram desse projeto. Muitas vezes, pesquisas, livros e filmes são realizados a partir da cultura popular, e quase sempre não há uma preocupação em devolver a essa comunidade o resultado”, explica Nilcemar.
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TRICICLOS ESTÃO SENDO USADOS COMO UTILITÁRIOS
Na concessionária By Cristo a procura por triciclos equipados com alforgs nas laterais aumentou 25%
Os apaixonados por velocidade e aventuras ao ar livre já podem usar o triciclo no dia a dia, sabia? A By Cristo, única fabricante de triciclos motorizados do país que possui os veículos registrados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), registrou um amento de 25% nas vendas para clientes interessados em usar a máquina para o trabalho diário.
Edvaldo Tadeu, 37 anos, publicitário e cliente da By Cristo, juntou a paixão que tem pela máquina com a rapidez e agilidade que sua profissão exige. Ele comprou o modelo Super Top em 2008, colocou dois alforgs de 23 litros nas laterais e um de 52 litros no meio e trocou o tanque por um maior de 60 litros. Todas essas mudanças foram feitas para facilitar a visita aos clientes, faça chuva ou sol. “É muito confortável e prático pilotar diariamente. Passo nas ruas e não existe uma pessoa que não vire o pescoço para apreciar o meu triciclo. No Tatuapé, bairro onde moro, todos me reconhecem quando passo com o possante. Às vezes fico pensando: o que será do trânsito quando descobrirem que se deslocar de um lugar para outro de triciclo é tão rápido e prático? Costumo dizer que ir para o trabalho pilotando é minha aventura diária e me livro completamente do estresse. Lavo minha alma”, diz Edvaldo.
O sócio da concessionária, Christopher Prado, enumera outras vantagens para usar o veículo como ferramenta de trabalho, como o preço do seguro e as possibilidades de acidentes e roubos. “O seguro de um triciclo varia muito de preço, mas não passa de R$ 3 mil, já que acidentes são difíceis e a taxa de roubos é igual a zero", afirma.
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LAFEM ENGENHARIA REGISTRA CRESCIMENTO NO 1º SEMESTRE
Apesar da crise registrada no último trimestre de 2008 e nos 2 primeiros trimestres de 2009, a Lafem Engenharia, construtora com 25 anos de experiência, fechou o primeiro semestre de 2009 com um faturamento praticamente igual do de 2008. Com o reaquecimento do mercado, a empresa já tem um volume de contratos de R$ 70 milhões a partir dos dois últimos trimestres desse ano. O destaque é a divisão industrial que está em operação em diversos municípios, principalmente MACAÉ, responsável por 25% do volume de contratos.
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Programa local reduz índice de abandono do tratamento
Itaboraí tornou-se referência nacional no tratamento da tuberculose, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Panamericana de Saúde (Opas). O programa local de combate à doença levou à redução do índice de abandono do tratamento de 30% para 4% e ao aumento do índice de cura de 60% para 88%, nos últimos cinco anos. Esses números são superiores às metas estabelecidas pela OMS, que são de 5% para abandono e 85% para cura.
Entre os diferenciais do projeto desenvolvido em Itaboraí estão a descentralização do tratamento para as unidades do Programa de Saúde da Família (PSFs), que na cidade cobre quase 80% da população, e a distribuição de cestas básicas para os pacientes atendidos. “Vimos que não adiantava dar remédios para os pacientes se eles não tinham nem comida em casa”, destaca a médica Denise Freitas, que está na coordenação do programa desde 2002.
Itaboraí é ainda um dos dois municípios fluminenses que conseguiram implantar em 100% dos pacientes o Tratamento Diretamente Observado de Curta Duração (Dots), indicado pela OMS. O outro é Itaguaí.
Na semana passada, representantes da OMS e da Opas estiveram em cidades do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Minas Gerais e do Amazonas para avaliar a metodologia de combate à tuberculose adotada nesses locais. Os resultados das visitas serão apresentados na VIII Reunião da Parceria Global Stop TB, que começou hoje (01). No encontro, estarão presentes coordenadores de programas de combate à tuberculose nos países das Américas.
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Decisão proferida pelo TRE afirma que não houve uso indevido de veículo de comunicação durante a campanha eleitoral
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) julgou, por maioria absoluta, procedente recurso a favor do prefeito de Rio das Ostras, Carlos Augusto Balthazar, mantendo-o no cargo. Em 22 de junho, a Corte havia determinado a cassação do prefeito e de seu vice, Benedito Wilton de Morais, por suposto abuso de poder econômico e político decorrente de uso indevido de veículo de comunicação durante a campanha eleitoral do ano passado. Na decisão proferida ontem, dia 31, os membros do TRE afirmaram que não houve potencialidade lesiva no emprego de propaganda em mídia impressa e nem ofensa ao princípio de isonomia entre os candidatos do pleito. |
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Depressão após doenças cardíacas aumenta em sete vezes o risco de morte
Um estudo realizado pelo diretor do Instituto Nacional de Cardiologia, Marco Antonio de Mattos, com 135 pacientes que sofreram da Síndrome Isquêmica Coronariana Aguda (SCA), comprovou que mais da metade deles (53,3%) desenvolveu quadro de depressão psíquica. Os resultados apontaram a influência de alguns fatores de risco, como hipertensão arterial e sedentarismo, na potencialização do processo depressivo. Os resultados da pesquisa demonstraram que os transtornos depressivos constituem um fator de coexistência freqüente entre cardiopatas agudos, o que implica em se aplicar uma rotina de investigação e tratamento adequados, uma vez que se observou um aumento em sete vezes do risco de morte.
Os pacientes que participaram da pesquisa tinham média de idade 61,8 anos, sendo 40% do sexo feminino. Do total, 98 pacientes tiveram como diagnóstico infarto agudo do miocárdio e 37 de angina estável. Dentre os 72 pacientes que apresentaram quadro depressivo, 42,28% foram considerados moderados e graves, enquanto os 57,72% restante tiveram depressão leve. Embora a porcentagem de mulheres analisadas tenha sido menor que a de homens, o estudo revela que a incidência da depressão é maior entre o sexo feminino, com 64,8% de prevalência.
Para chegar ao diagnóstico de depressão psíquica, o cardiologista aplicou a Escala de Beck a todos os pacientes em um período de cinco dias de internação. Esta escala, validada no Brasil e de uso corrente em estudos internacionais similares, possibilitou o diagnóstico da depressão e de seu grau de intensidade, conforme pontuação obtida em 21 indicadores. A pontuação, que varia de zero a 63, classifica a depressão em nível grave quando se aproxima do topo.
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Programa vai contar com a parceria da Secretaria de Saúde e será totalmente financiado com recursos do estado
O secretário estadual de Habitação, Leonardo Picciani, anunciou um novo projeto habitacional para idosos. O anúncio foi feito na última terça-feira, durante o "I Congresso Fluminense de Municípios", realizado no auditório do Jockey Club Brasileiro do Rio de Janeiro, Centro do Rio. Durante a palestra, o secretário informou que o programa vai contar com a parceria da Secretaria de Saúde, e será totalmente financiado com recursos do estado.
"Queremos lançar ainda este ano um piloto de um Programa Habitacional para Idosos, integralmente adaptado às necessidades desse perfil da população, como a questão de acessibilidade urbana e de saúde", afirmou o secretário, que ainda destacou a importância da ajuda dos municípios na concessão de áreas que atendam esses requisitos, para que o projeto seja efetivamente concretizado.
Leonardo Picciani também anunciou que a Secretaria Estadual de Habitação, junto com o Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (Iterj), está criando núcleos de regularização fundiária em alguns municípios que manifestaram o interesse na legalização de terrenos e moradias irregulares de sua população local. O objetivo é dar orientação e capacitação aos técnicos fundiários de cada prefeitura para que, de forma independente, regularize as moradias e terrenos da população local.
"Fizemos essa semana o convênio com o município de Quissamã, para ajudar a prefeitura na regularização fundiária", informou.
Além da criação desses núcleos, a secretaria pretende conceder até 2010, mais 10 mil títulos de propriedade, e deixar encaminhados outros 30 mil para famílias de todo o estado.
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Ponte provisória que irá amenizar problema em Visconde de Itaboraí ficará pronta em 15 dias
A prefeitura de Itaboraí anunciou que vai resolver o problema de acesso que aflige os moradores de Visconde de Itaboraí, desde que a ponte que liga o distrito ao bairro de Porto de Caxias foi interditada, no último sábado, por riscos de desabamento. O prefeito Sérgio Soares anunciou que vai construir uma ponte provisória, para veículos leves, ligando o distrito ao bairro de Porto de Caxias, que ficará pronta dentro de 15 dias. A construção de uma estrada ligando Visconde de Itaboraí ao Centro da cidade também será iniciada imediatamente.
O prefeito vai ainda exigir que a Ferrovia Centro Atlântico (FCA), da Companhia Vale do Rio Doce, cumpra o termo de ajuste de conduta para a construção da nova ponte. De acordo com Sérgio Soares, a empresa é responsável pelos danos causados à ponte e se comprometeu a reconstruí-la. O prefeito se reúne hoje com representantes da FCA para dar uma solução definitiva ao problema, que afeta a vida de 70 mil moradores da região. O percurso, que antes era de 8 km, agora é de 22 Km.
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Temporada fria traz resfriados, gripes e rinites
Com a chegada da estação fria do ano é comum as pessoas se queixarem de gripes, resfriados e crises de rinite. As doenças de inverno, além de causarem incômodo, podem evoluir para quadros mais sérios como sinusites e pneumonias. Com a tendência de ambientes mais fechados, o inverno é a época mais propícia para a difusão dos vírus.
Segundo o otorrinolaringologista do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), Geraldo Augusto Gomes, no inverno, devido às baixas temperaturas, as pessoas costumam passar mais tempo em ambientes fechados e com pouca ventilação, o que propicia a disseminação de doenças respiratórias através do contágio interpessoal. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, as epidemias de gripe atingem anualmente de 3% a 15% da população mundial e provocam de 3 milhões a 5 milhões de casos de gravidade severa por ano. As mortes variam entre 250 mil a 500 mil.
Um dos processos alérgicos mais comuns é a rinite. Trata-se da inflamação da mucosa nasal, que se desenvolve através da obstrução das vias respiratórias, espirros, coceira e coriza, na maioria dos casos sem maior repercussão.
Já o resfriado se apresenta com sintomas predominantes na região respiratória alta com congestão nasal, dor de garganta, congestão nos ouvidos, peso na face e febre baixa eventual. A gripe também desenvolve sintomas respiratórios altos semelhantes, mas com maior intensidade de febre, dor muscular e sensação de incapacidade. Conforme explica o otorrinolaringologista, esses quadros são de origem viral e seus tratamentos se baseiam no combate aos sintomas.
Se não tratadas, algumas doenças de inverno podem desencadear enfermidades mais graves, como bronquite, pneumonia e sinusite, sendo esta a mais frequente.
“A sinusite pode ser viral ou bacteriana. No último caso é tratada com antibióticos. Ela pode ser classificada ainda em aguda, com princípio e fim; crônica, quando os sintomas persistem após o tratamento; ou recorrentes, quando há repetição de vários episódios agudos”, explica o médico, alertando que as sinusites crônicas e recorrentes podem ainda ter origem em doenças de base, como baixa imunidade, ou em causas locais, como desvio de septo e pólipos.
Prevenção
As doenças de inverno podem ser prevenidas com medidas simples:
• vacina contra gripe;
• aumentar a frequência com que se lava as mãos;
• manter os ambientes ventilados;
• evitar compartilhamento de talheres e copos;
• intensificar o controle de condições predisponentes, como as alergias. |
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Doença Trofoblástica Gestacional (DTG) pode causar câncer em 20% dos casos
No último dia 8 de abril comemorou-se o Dia Mundial da luta contra o Câncer. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), essa é a segunda maior causa de morte no Brasil, ao lado das doenças do aparelho respiratório, afecções do período perinatal e doenças infecciosas e parasitárias. A 33° Enfermaria da Santa Casa de Misericórdia no Rio de Janeiro trata de uma doença rara em a Doença Trofoblástica Gestacional (DTG), caracterizada por um tumor que, se não tratado, pode se tornar um câncer na placenta.
O Centro de Neoplasia Trofoblástica Gestacional (NTG), coordenado pelo obstetra Prof. Paulo Belfort, que funciona há quase 50 anos na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, chefiada pelo Prof. Jorge Rezende Filho, é o primeiro do Brasil e única referência no Estado do Rio de Janeiro para acompanhamento das grávidas com DTG. Mais conhecida como mola hidatiforme, a DTG é um raro tumor no tecido placentário, causado por um erro na fertilização. Pouco conhecida por mulheres e médicos, causa náusea em excesso, vômitos intensos, sangramento vaginal e aumento da barriga mais rápido que o normal. A Enfermaria da Santa Casa tem cerca de 4.500 pacientes matriculadas. A cada mês, a média é de 240 pacientes atendidas com a doença, sendo 30 novos casos.
O diagnóstico da DTG é dado no início da gravidez por meio de exames de rotina. Em 80% dos casos a gestante apresenta a forma benigna da doença, porém, nos 20% restantes, pode virar um câncer de placenta (NTG), que deve ser tratado imediatamente com quimioterapia. “Por isso é tão importante um laudo precoce para dar início ao tratamento imediato, com a aspiração uterina, já que mãe e filho correm risco de vida. Não há como prevenir a DTG, então é fundamental que a mulher esteja atenta às características clínicas”, alerta o Prof. Jorge Rezende Filho.
De acordo com Jorge Rezende, toda mulher que apresenta DTG pode fecundar naturalmente no futuro, uma vez que o útero não é retirado. Em caso de tumor maligno, é indicado aguardar 12 meses devido ao tratamento à base de quimioterapia. Quando a doença evolui para uma remissão espontânea, ou seja, a paciente alcança a cura e recebe alta do acompanhamento, a mulher está apta para uma nova gestação em seis meses após o fim do tratamento. Segundo o especialista, a paciente que já teve DTG precisa de um acompanhamento por toda a vida. “Em 1% dos casos a doença pode voltar, o que representa vinte vezes mais chances da paciente desenvolver novamente a DTG”, declara Rezende.
Para ele, o mecanismo equivocado de fertilização está relacionado a fatores sócio-econômicos, como a idade materna acima dos 35 anos, e nutricionais, como a falta de determinas vitaminas. A doença é mais comum nos países pobres da África, da Ásia e da América Latina. No Brasil, estima-se que ocorra um caso de DTG em cada 200 nascimentos, enquanto na Europa há um para cada 2.500 nascimentos e nos Estados Unidos um em cada 1.500/2.000 nascimentos. De acordo com Jorge Rezende, no Brasil, a verdadeira incidência da doença é desconhecida, pois a grande maioria do material obtido de abortamentos não é analisada pelos laboratórios de anatomia patológica.
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Com o apoio do Laboratório Sanofi-Aventis, o HUCFF recebe transporte para apoio à coleta externa de sangue
O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) recebeu do laboratório Sanofi-Aventis, no último dia 30 de março, uma unidade móvel de apoio à coleta externa de sangue. O hospital recebe, em média, 1.000 doadores de sangue por mês para atender a demanda das cirurgias, emergências internas, hemodiálise, oncohematologia, leitos clínicos, leitos de terapia intensiva e aos atendimentos de alta complexidade, como os programas de transplante de órgãos sólidos e de medula óssea. Além disso, o serviço de hemoterapia do HUCFF supre outros hospitais da UFRJ, como o Instituto de Pediatria (IPPMG) e a Maternidade Escola (ME). Atualmente, o hospital tem recebido mais candidatos por meio de coleta externa. “ A experiência de ir mais próximo do doador e realizar a coleta em ambiente familiar aumenta o número de doadores regulares, proporcionando mais segurança para os pacientes”, diz a chefe do serviço, Carmen Nogueira. Segundo o diretor geral, professor Alexandre Pinto Cardoso, a nova unidade ajudará no suprimento da demanda. "Com as coletas externas funcionando melhor, ampliaremos o número de doações e o banco de sangue do hospital ficará abastecido", afirma.
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Como manter um corpo saudável quando a rotina familiar está longe da ideal?
O pai adora um sanduíche com muita maionese no meio da tarde. A mãe não resiste a um bife à milanesa. A irmã mais nova come brigadeiro na colher todos os dias. E o irmão mais velho já substituiu a água pelos refrigerantes há anos. Essa é a realidade de muitas jovens cuja rotina de casa está longe de ser bem vista por nutricionistas e especialistas no assunto. Cardápios mal elaborados, regados a sobremesas açucaradas e lanches hipercalóricos são um perigo, tanto para os mais velhos, quanto para jovens que ainda estão se adaptando ao corpo de adulto. Entre 18 e 23 anos, muitas pessoas ainda não têm consciência da importância de começar a respeitar os limites do corpo desde cedo, para, assim, garantir um amadurecimento saudável, sem a necessidade de restrições alimentares com o passar dos anos.
A estudante Thamara Carvalho, de 20 anos, sempre foi extremamente preocupada com o corpo, mas sabe bem das dificuldades de manter a disciplina ao comer, principalmente quanto está em casa. “A geladeira está sempre cheia de doces, frituras e coisas do gênero. Como todos em casa trabalham fora, a preocupação com as refeições é pequena e nem sempre percebemos o mal que fazemos ao corpo. O que procuro fazer é compensar na academia os excessos cometidos em casa”, explica.
Mas nem sempre as séries das academias são suficientes. O ideal é aliar exercícios físicos a alimentos saudáveis, para que as energias gastas sejam repostas e o corpo não fique com nenhuma deficiência de nutrientes. A psicóloga Yara Daros, criadora do programa de emagrecimento Forma Leve, lembra que existe um risco grande de jovens se tornarem adultos compulsivos, dependentes de alimentos ricos em carboidratos e gorduras. “A dica é saber escolher para não precisar se controlar mais tarde. Se a pessoa se habitua a comer pão integral, por exemplo, não precisará ficar desesperada para resistir ao pão francês”, exemplifica.
Especialistas afirmam que existem algumas técnicas para não se deixar levar por alimentos saborosos e pouco nutritivos. Uma delas é usar a imaginação e elaborar pratos mais coloridos, que são mais atraentes. Além disso, é importante que os jovens não se acostumem a descontar na comida os momentos de pressão ou insegurança. O início da fase adulta pode ser difícil, mas comer de modo desenfreado só trará mais problemas.
O ideal é que os membros da família busquem um equilíbrio. Se não é possível abolir o refrigerante, talvez seja possível convencer a família de que um suco natural durante os dias de semana pode ser uma opção mais vantajosa para todos. “Esse assunto pode, inclusive, facilitar o diálogo dentro da família, afinal, a saúde deve ser uma preocupação constante e de todos”, afirma Yara. Ela aconselha que o jovem que queira ter uma alimentação saudável comece a introduzir novos hábitos na família. “Fazer uma salada bonita, com um colorido que chame a atenção, pode começar, aos poucos, a despertar nas pessoas da casa o hábito de recorrer a alimentos mais saudáveis no dia a dia”, diz.
Apesar da preocupação com o corpo ser saudável, os excessos podem gerar problemas graves. Veja, abaixo, alguns exemplos de doenças que atingem um grande número de jovens cuja preocupação com o físico ultrapassou os limites considerados normais e sadios.
ANOREXIA
Caracteriza-se pela preocupação constante em manter o corpo bem magro, abaixo dos índices considerados normais para a altura e a idade. O paciente possui uma percepção errada do próprio corpo, então, ao olhar-se no espelho, se vê gordo, ainda que todos ao redor percebam o emagrecimento constante. O anoréxico costuma submeter-se a rígidas dietas e exercícios físicos intensos, além de induzir o vômito, fazer jejuns prolongados, tomar laxantes e diuréticos sem qualquer prescrição médica.
BULIMIA
Distingue-se por crises de compulsão alimentar, em que o bulímico ingere grande quantidade de alimentos em curto intervalo de tempo. Os episódios tendem a ser seguidos pela indução de vômito ou de jejuns, como meio de compensar o excesso de carboidratos e gorduras. Os pacientes não costumam ser excessivamente magros, mas demonstram frequente preocupação com o corpo, o que pode gerar depressão, ansiedade e problemas gastrointestinais.
VIGOREXIA (OU SÍNDROME DE ADÔNIS)
É um transtorno no qual pessoa torna-se obsessiva por exercícios físicos com o objetivo de ter um corpo musculoso. Os portadores passam horas em academias e muitos acabam optando pelo uso de anabolizantes. Em geral, os pacientes são homens que se consideram fracos, ainda que estejam com massa muscular bem desenvolvida. Muitos possuem problemas psicológico ligados à timidez ou baixa autoestima, e encontram refúgio na busca incessante pelo corpo ideal. |
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Novos serviços reúnem tratamento de estética com saúde
Depois do spa urbano, o conceito de Med Spa é o que há de mais contemporâneo para tratamentos estéticos. Significa tratar corpo e mente, sem deixar de lado os cuidados com a saúde e suas implicações diretas na beleza. No Instituto de Dermatologia e Estética do Rio de Janeiro (Iderj), primeiro espaço da capital carioca a oferecer tratamentos dentro desse novo conceito, as massagens, banhos, acupuntura, drenagem linfática, hidratação corporal, facial e acompanhamento com nutricionistas são prescritos após uma avaliação criteriosa com cada paciente. Segundo Priscila Lobianco, psicoterapeuta responsável por todas as primeiras avaliações, os tratamentos mais procurados são massagem ayurvédica, seguida de banho com aromaterapia, esfoliação e máscara corporal de argila, que ajuda na energização; e, para combater o estresse, uma combinação de banho de argila e terapia de pedras quentes. “O calor das pedras vulcânicas penetra nas camadas mais profundas da musculatura, proporcionando uma sensação de relaxamento e bem estar. Junto com o banho de argila, ajuda a dissolver a carga de estresse acumulada no organismo”, diz. |
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A falta de informação sobre prisão de ventre acarreta em sérios problemas como a auto-medicação.
Aproximadamente 20% dos brasileiros sofrem de prisão de ventre. Desse total, 70% são mulheres. São elas também, além dos idosos, as maiores vítimas de incontinência fecal, muitas vezes causada pelo perfil da vida obstétrica, agravada por partos traumáticos. Ao contrário do que mostram as estatísticas, ir ao banheiro não deve ser um desafio. É possível regularizar o intestino através da alimentação, mudança de hábitos ou mesmo de exercícios para a região pélvica, no caso de quem sofre de incontinência.
De acordo com Tania Lima, enfermeira especialista em estomaterapia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), a falta de informação sobre o assunto contribui para os mitos, como o de que o correto é ir ao banheiro todos os dias, que faz com que muitas pessoas apelem para os medicamentos laxativos, aumentando a incidência de problemas. “Quando usados de forma indiscriminada, esses remédios podem comprometer o intestino e alterar a integridade da mucosa, além de, no longo prazo, condicionarem a ida ao banheiro somente ao uso do laxante”, alerta. Segundo ela, o correto é ir ao banheiro sem esforço, sem sangramento e sem laxativo.
A frequência varia de pessoa para pessoa. Segundo a entidade inglesa International Continence Society (ICS), é tão correto ir ao banheiro três vezes ao dia, quanto uma vez a cada três dias. Influenciam nesse processo a alimentação e os hábitos de cada um. “O importante é observar mudanças repentinas, ou seja, tanto quem tem intestino regular e desenvolve prisão de ventre, quanto quem desenvolve diarréia constante deve investigar”, explica Tânia, cuja especialidade surgiu nos EUA em 1958 e somente em 1992 no Brasil, para tratar de cuidados específicos em pessoas com doenças chamadas estomias (gastrostomias, urostomias, ileostomias, colostomias, entre outras), feridas agudas e crônicas, fístulas e incontinências urinária e fecal.
Prisão de ventre pede mudança de hábitos
Uma dieta adequada, a criação de uma rotina e exercícios físicos, que ajudam no perfil metabólico e na circulação do sangue, são os melhores aliados para quem sofre de prisão de ventre. Assim como a freqüência ideal varia de pessoa para pessoa, a alimentação também não segue uma regra única. “O ideal é um prato variado, a ingestão de água mesmo sem sede e de fibras”, diz Tânia.
Segundo o sub-chefe do serviço de nutrologia do HUCFF, Adolpho Milech, uma dieta adequada deve conter em torno de 30g de fibras por dia. “Um café da manhã composto de pão integral, ½ mamão papaia e duas xícaras de flocos de milho, por exemplo, garante um terço das fibras diárias necessárias. Para complementar, um prato de salada no almoço e outro no jantar, além de frutas – que podem ser ingeridas como sobremesa – suprem o organismo para o bom funcionamento do intestino”, exemplifica.
As fibras podem ser combinadas de acordo com o perfil de cada paciente. “Por isso é tão importante ter a orientação de um especialista na hora de mudar a alimentação”, diz Milech. As fibras insolúveis, que são os farelos de cereais, grãos integrais, nozes, pêra, maçã com casca, cenoura, brócolis, entre outros, retêm uma quantidade maior de água, produzindo fezes menos ressecadas e com mais volume. Já as fibras solúveis – feijão, arroz, polpa de maçã, banana e batata – se transformam em gel depois de ingeridas, o que faz com que permanecem mais tempo no estômago e aumentem a sensação de saciedade. “Esse tipo ajuda a reduzir os níveis de colesterol e açúcar do sangue”, diz.
O intestino funciona como um relógio? Segundo Milech, essa é uma boa resposta do corpo ao reflexo de ir ao banheiro. “É bom que a pessoa siga o que o corpo está pedindo. O que não pode acontecer é ter o impulso e recusá-lo”, alerta, reiterando a importância da rotina. “Não adianta apelar para alimentos milagrosos, como os iogurtes que prometem resolver o problema em um prazo determinado. São alimentos saudáveis, mas que, sozinhos, não resolvem o problema de quem sofre com prisão de ventre”, alerta.
Exercícios contra a incontinência
O HUCFF tem o único ambulatório de biofeedback da rede pública do Rio de Janeiro capaz de tratar pacientes com incontinência fecal. O serviço é coordenado por Tânia Lima e utiliza técnicas de fortalecimento do assoalho pélvico para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Por mês, são atendidos cerca de 30 pessoas, provenientes do próprio hospital e também de outras unidades de saúde do estado.
“Primeiro, explicamos o que é a doença e de que maneira é feito o tratamento. Segundo a literatura mundial, de 70 a 80% dos casos são tratados de forma comportamental, dependendo da avaliação prévia", explica Tânia. O tratamento dura cerca de oito sessões e tem como objetivo avaliar e mudar alguns hábitos do paciente, como a maneira e frequência correta de usar o banheiro e, ainda, mudar o conceito de que o correto é evacuar todos os dias. Também são passados exercícios, que visam a ensinar o paciente a localizar e trabalhar a musculatura que sustenta os órgãos pélvicos, fortalecendo a região e minimizando o desconforto. |
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Com o crescimento da demanda a By Cristo profissionaliza seu setor
O aumento da procura por triciclos motorizados levou à profissionalização do setor. Os triciclos By Cristo, que surgiram há uma década no município de São Carlos pelas mãos de Hamilton Prado, conhecido como Cristo, a partir de um projeto desenvolvido em parceria com o filho, Christopher, e o engenheiro Ricardo Boock, hoje, saem de fábrica homologados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Comercializados em três modelos, cujo design final pode ser personalizado pelo cliente, os veículos encontraram como público fiel aposentados de classe alta, estáveis financeiramente, que já não possuem gastos com filhos e que, portanto, decidiram curtir a vida e encontraram no triciclo um novo hobby. São Paulo é o estado que mais faz encomendas e, entre os três modelos, o mais vendido é o Super Top, que custa R$ 51.800,00. Até hoje, só um veículo foi vendido parcelado e 90% são pagos à vista. |
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Loja é a primeira a oferecer copo que não quebra 100% brasileiro
A Humaitá Louças é a única fornecedora do mercado a receber os primeiros copos de policarbonato fabricados no Brasil. A louça é conhecida como copo inquebrável, devido às características do policarbonato, altamente resistente e durável, além de não fixar odores e ser antiaderente. O produto já está à venda com a marca Humaitá Catering e é ideal para substituir o uso de copos descartáveis em cozinhas industriais, escolas, hospitais e até em casas com piscina, no lugar das louças de vidro. Quando já estiver disponível nas demais fornecedoras do país, o diferencial dos copos Humaitá Catering será o jateamento na parte externa, que garante a permanência da boa aparência da louça por mais tempo, além de um ressalto interno que impede a formação de vácuo, que faz com que os copos grudem quando empilhados. A previsão é que 70% do estoque seja vendido até o fim do mês.
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A Região Sul tem se destacado pelo aumento dos empreendimentos imobiliários
Desde o agravamento da crise financeira, o mercado de consultoria imobiliária corporativa passou a registrar aumento de demanda. O movimento, até então restrito aos grandes clientes do eixo Rio de Janeiro/São Paulo, começou a crescer também em direção à Região Sul e despertou o interesse de grandes empresas do segmento. A Binswanger Brasil, há 12 anos no mercado brasileiro e com atuação global, identificou que há demanda reprimida na região e está ampliando seu número de representantes.
O foco principal da empresa é o parque industrial de Joinville, além das empresas com grande número de metros quadrados em Curitiba e em Porto Alegre. Segundo o vice-presidente da Binswanger Brasil, Luiz Graça, a expectativa é um grande número de consultas para operações de venda com locação, as chamadas sale lease back. “Esse tipo de operação permite desmobilizar os ativos, continuar ocupando o imóvel e ainda fazer caixa, o que, num cenário de limitação e dificuldade de crédito, é uma boa opção para dar liquidez ao foco principal do negócio”, explica.
Mercado é primeira alternativa depois de Rio de Janeiro e São Paulo
São Paulo e Rio de Janeiro continuam sendo a primeira opção para sediar grandes empresas. Porém, a reboque da falta de espaços corporativos nessas cidades, somada a atrativos como logística, mão-de-obra qualificada e alta qualidade de vida da maioria dos municípios da Região Sul, esta começou a despontar como opção.
“Curitiba, por exemplo, viveu uma total falta de espaços corporativos, principalmente de classe A, como reflexo do boom imobiliário de 2006. Em 2008, um estudo da Binswanger Brasil identificou que a capital paranaense registrou a maior valorização do metro quadrado de escritórios de alto padrão para locação no Brasil”, lembra Luiz Graça. |
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As dificuldades enfrentadas pelas mulheres com mais de 40 anos para emagrecer.
Alterações hormonais, diminuição da qualidade do sono e aumento da carga de estresse estão entre os principais fatores que dificultam a perda de peso em mulheres após os 40 anos. O período marca o início do climatério, fase da vida em que ocorre a transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo. Nessa fase, a mulher assiste a uma rápida mudança hormonal, fator que contribui para a dificuldade cada vez maior não só de se manter no peso, como de perder uns quilos quando necessário.
Eliane Silva, hoje com 46 anos, sempre foi ‘gordinha’, o que, na década de 60, era sinal de saúde. Na adolescência, não tinha uma rotina de exercícios, muito menos alimentação balanceada. Comia todo tipo de besteira sem se preocupar com os quilinhos a mais. A rotina do vestibular e, mais tarde, da faculdade, a deixava tão estressada que era possível perder peso com facilidade e em pouco tempo. Em contrapartida, a ansiedade fazia com que ganhasse peso, vivendo no conhecido efeito sanfona. Na primeira gravidez, chegou aos 112 Kg.
Há onze anos começou, de fato, a luta contra a balança: um regime radical a base de remédios a fez perder uns quilinhos. Porém, em 2006, com problemas financeiros e de saúde, tornou a ganhar peso rapidamente e chegou aos 128 Kg. Há um ano, depois de muita resistência, Eliane resolveu procurar ajuda e se descobriu compulsiva. Desde então, freqüenta semanalmente as reuniões do método de emagrecimento Forma Leve, que une acompanhamento nutricional à terapia. “Minha compulsão e a falsa crença de que podia controlar o peso desencadeou um processo doentio, que ficou explícito após os 40 anos com o ganho cada vez maior de peso. Minha auto-estima sumiu. Não tinha mais prazer em comprar roupas novas e muito menos em cuidar da minha aparência”, lembra.
Segundo ela, o mais difícil no processo de aceitar que precisava de ajuda foi a quebra do paradigma de que a mulher, depois dos 40 anos, não consegue perder peso e se tornar atraente novamente. “Eu ficava o tempo todo com a impressão de que as pessoas me achavam ridícula, que o meu tempo de ser uma mulher desejada havia acabado”. Hoje, 30 Kg mais magra, Eliane continua seguindo a rotina de mudança nos hábitos e terapia, mas a auto-estima já está de volta. “Me sinto muito feliz atualmente, mas sei que preciso continuar recebendo ajuda para me manter como quero”, diz.
Para a psicóloga Yara Daros, criadora do método de emagrecimento Forma Leve, muitas mulheres acreditam que quando chegam aos 40 anos é difícil emagrecer e, com isso, começam a comer desesperadamente, colocando a desculpa nesse fato. “A verdade é que é fácil emagrecer desde que as taxas hormonais estejam controladas”, explica. Além da parte clínica, Yara destaca a importância do equilíbrio emocional no processo. “Se a cabeça não compreender o que se passa, o corpo não obedece e aí vence quem está mais forte, nesse caso, a compulsão, aumentada pelo desequilíbrio hormonal do período”, finaliza.
Sobre o Forma Leve
O Forma Leve existe desde 2000 e sua eficácia já pôde ser comprovada por cerca de 5 mil pessoas. O programa orienta a mudar a relação com os alimentos, através de uma reeducação alimentar, sob orientação de um nutricionista e de uma psicóloga. O método é baseado em reuniões semanais, que podem ser feitas em grupos ou individualmente. Durante as reuniões, são discutidos temas relacionados à alimentação e são dadas dicas de como preparar alimentos e optar por comidas mais saudáveis, além de sessões de relaxamento e de promoção de atividades, como caminhadas ecológicas. |
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Estudo da Binswanger Brasil constata que projetos de retrofit estão contribuindo para a elevação do preço do metro quadrado para locação no Centro da cidade.
Um panorama traçado pela consultoria imobiliária Binswanger Brasil para identificar áreas disponíveis em edifícios comerciais de alto padrão no Rio de Janeiro constatou que o mercado não sofreu desaquecimento. Prova disso é a taxa de vacância (espaços livres para locação) encontrada, de 2,2%, que permanece baixa.
Segundo Rafael Camargo, diretor responsável pelo estudo, se forem levados em conta os lançamentos que serão entregues ainda no primeiro semestre, a taxa de vacância sobe para 9,72%. “Não é um dado real, uma vez que muitos desses imóveis, em fase de acabamento já estão em negociação com grandes empresas”, diz.
O levantamento pesquisou áreas disponíveis no Centro, Lagoa, Barra da Tijuca e na orla da Zona Sul, as mais valorizadas pelas empresas, num total de 752.000 m². Entre os resultados, o Centro da cidade é o bairro que possui maior estoque de edifícios classe A, 59,89%, contra os 14,03% encontrados na Barra da Tijuca, bairro que apresentou menor estoque entre os pesquisados.
Segundo Camargo, a falta de espaços disponíveis na Barra da Tijuca é resultado de dois principais motivos: o gabarito mais restrito para os imóveis na região, o que faz com que os edifícios de alto padrão sejam pequenos, com uma média de cinco pavimentos; e a redução na oferta de terrenos disponíveis para novos lançamentos. A soma desses dois fatores fez aumentar a atratividade pelos espaços disponíveis no Centro, tanto pela boa localização e facilidade de acesso, quanto pelo grande número de projetos de retrofit em andamento. “Esses projetos estão sendo responsáveis pela valorização do metro quadrado na região, que chega, hoje, a até R$ 140, o mais alto da cidade”, informa Camargo.
A área mais valorizada para escritórios encontra-se entre a Av. Nilo Peçanha e a Rua do Ouvidor. “O Centro é um bairro privilegiado por ser próximo ao aeroporto Santos Dumont e de fácil acesso ao Galeão, ter boa infra-estrutura de transporte público, sediar grandes empresas e ser o centro financeiro da cidade. Entre os pontos negativos, pesam o alto índice de criminalidade, a falta de vagas de garagem e o estado ainda muito degradado, com grande deficiência de infra-estrutura urbana”, explica Camargo.
Abaixo, um gráfico com a análise resumida: 
Sobre a Binswanger Brasil
A Binswanger Brasil atua há 12 anos no mercado nacional e é resultado de 76 anos de atuação internacional através de uma equipe especializada em mercado imobiliário. No Brasil, a empresa possui uma carteira de clientes com 60 companhias para as quais realiza venda de imóveis comerciais, industriais, galpões e escritórios, gerenciamento de portfólio imobiliário, consultoria de localização, administração de locação, avaliação, gerenciamento de projeto, assessoria financeira, recomendação tributária, estudo de redesenvolvimento imobiliário, elaboração e coordenação de processos built to suit (construção sob medida para um locatário com contrato de longo prazo) e sale lease back (venda do imóvel próprio e locação do mesmo pelo ex-proprietário), além de processos de concorrência para venda e/ou locação.
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Opinião é do advogado Alfredo Bumachar, presidente da Comissão do Ministério da Justiça que elaborou o projeto original
Em 9 de fevereiro, a Lei de Recuperação de Empresas (nº 11.101) completa quatro anos que foi sancionada. Neste período, enquanto a legislação tornava-se gradativamente mais conhecida entre o empresariado, o número de falências decretadas caiu continuamente e as recuperações judiciais aumentaram, mostrando a eficácia da lei para salvar empresas em crise. Mas para o advogado Alfredo Bumachar, presidente da Comissão do Ministério da Justiça que elaborou o projeto original da nova lei de falências e concordata, que resultou na lei 11.101, mesmo frente aos bons resultados apresentados, ainda é possível aperfeiçoar a lei.
“A lei vem cumprindo plenamente seu objetivo, não apenas econômico. Primordialmente, tem como objetivo manter os empregos, garantir a arrecadação de impostos e impedir que as empresas brasileiras sejam sucateadas em leilões, através da promoção de todos os tipos de recuperação. A lei evita o fechamento das empresas, evita o caos social gerado com a falta de empregos”, explica. Mas há três pontos que poderiam ser aperfeiçoados e contribuir para tornar este instrumento jurídico ainda de maior benefício para nossas empresas, especialmente neste momento de crise”.
Dos três pontos indicados por Bumachar para serem revistos, o primeiro se refere à abrangência da lei. Seria necessário incluir empresas que não estão sujeitas ao processo de recuperação judicial, como é o caso das instituições financeiras, das seguradoras e dos planos de saúde. A importância dessas empresas para a solidez da economia demanda que estejam igualmente protegidas pela legislação e que tenham a chance de se recuperar. “Hoje, uma instituição financeira que sofre intervenção pelo Banco Central dificilmente consegue retomar as suas atividades, de nada servindo o processo de intervenção extrajudicial para a superação da situação de crise econômico-financeira”, argumenta Bumachar.
O segundo ponto que merece ser revisto, segundo o especialista, é o Capítulo II, Seção I, Artigo 6º, Parágrafo 7º da lei, que diz respeito à dívida fiscal. No modo hoje em vigor, para obter a concessão da recuperação, a empresa deve estar em dia com suas obrigações fiscais. Bumachar defende que o empresário deva ter acesso, ao menos, ao parcelamento desta dívida para que possa conseguir efetivamente se recuperar e cumprir com o pagamento de suas dívidas. “Mas de nada adianta um parcelamento curto, de apenas 84 parcelas, ou algo semelhante. As empresas em recuperação judicial precisam de uma oportunidade efetiva para se recuperar e, por isso mesmo, necessitam de um prazo minimamente razoável para honrar as suas dividas fiscais”.
Ainda do ponto de vista fiscal, Alfredo Bumachar lembra ser necessário esclarecer as diretrizes sobre a exigência de apresentação de Certidão Negativa de Débito (CND). A lei indica que se consulte uma norma complementar do Código Tributário Nacional sobre o assunto, mas esta norma inexiste. Na opinião do advogado, a exigência deve cair.
Alfredo Bumachar defende a revisão, ainda, da Seção II, Art. 83, inciso I, que trata da classificação dos créditos da empresa em recuperação. Como o advogado lembra, a lei 11.1001 tem entre seus objetivos garantir a função social da empresa e, por isso, deve privilegiar a classe trabalhadora. Atualmente, os trabalhadores estão em primeiro lugar na classificação, mas o limite imposto para o pagamento - 150 salários mínimos por credor - acaba por privilegiar acionistas e detentores de participações, como os fundos de investimento, que recebem integralmente. O restante do saldo do trabalhador deve ser pago por último.
Para Alfredo Bumachar, o aniversário de uma lei que vem se mostrando tão eficiente na proteção ao nosso setor empresarial deve ser utilizado para torná-la ainda mais forte, acessível e justa. |
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Equipe do Iderj dá dicas das unhas até o cabelo
Uma das maiores festas nacionais está se aproximando e os foliões começam a entrar no ritmo do Carnaval de olho na beleza. Para quem vai passar por blocos, desfilar em escolas de samba e quer estar de bem com o espelho, especialistas do Instituto de Dermatologia e Estética do Rio de Janeiro (Iderj) dão dicas para pernas, glúteo, pele, cabelos, mãos, unhas e ainda de técnicas para sair ileso dos quatros dias de folia.
PERNAS E GLÚTEO
Muitos não sabem, mas a acupuntura é uma grande aliada da beleza. A técnica milenar chinesa utiliza agulhas para atuar na renovação das células. De acordo com Carla Gomes, fisioterapeuta do Iderj, com dez sessões de acupuntura é possível nutrir e revitalizar os tecidos, reduzindo a flacidez corporal.
A drenagem linfática é uma técnica de massagem que estimula o sistema linfático a trabalhar de forma mais rápida, mobilizando a linfa até os gânglios linfáticos. Através desse processo são eliminados o excesso de líquido e as toxinas, evitando a formação de nódulos, inchaço e deixando a pele mais macia e brilhante.Dez sessões já ajudam quem quer mostrar pernas e glúteo bem torneados na avenida.
Para Débora Coelho, fisioterapeuta do Iderj, o pulo do gato para quem quer exibir um belo bumbum é uso de aparelhos como o Manthus, Phydias, Endermologia e Accent.
Manthus: ultra-som com corrente galvânica que otimiza as funções de lipólise e ativação do sistema vegetativo, melhorando o ataque e remoção de gordura localizada sem causar desconforto.
Phydias: estimulador de atividade física de média frequência, que também promove a diminuição da flacidez e melhora a tonicidade em musculaturas íntegras e saudáveis. Fortalecer os músculos, visando o aumento de tônus e diminuição da flacidez.
Endermologia: drenagem linfática mecânica que trata a gordura localizada e a celulite por meio de mobilização da gordura, melhorando o aporte sanguíneo, descongestionando áreas endurecidas e melhorando a elasticidade cutânea.
Accent: aparelho de radiofrequência para tratamento de gordura localizada e flacidez. O aparelho estimula a produção do colágeno, proteína de importância fundamental para a constituição da célula.
ROSTO
Juliane Rocio, dermatologista do Iderj, aposta no peeling de cristal feito com cristais de hidróxido de alumínio para fazer uma microdermoabrasão da pele. A esfoliação progressiva da superfície cutânea feita pelos microcristais remove as células mortas e estimula a produção de colágeno e elastina, deixando a pele mais fina e macia. De acordo com Juliana Rocio, o tratamento é bem superficial e também é chamado de “lunch peeling”, já que pode ser feito no intervalo do almoço. A dermatologista indica realizar o procedimento até 48 antes do desfile.
“A toxina botulínica é utilizada para atenuar rugas e marcas de expressão decorrentes de contração muscular excessiva ou de longa data em áreas como a testa e nos "pés-de-galinha", através da paralisia temporária dos músculos envolvidos. A aplicação é feita em dose única e os efeitos da técnica aparecem entre 48 e 72 horas” explica Juliane Rocio.
Outra dica da dermatologista para deixar as mulheres com o rosto ainda mais jovial é o preenchimento com ácido hialurônico. O produto melhora a aparência e também proporciona um aspecto de rejuvenescimento de forma imediata, já que começa a ser absorvido através da pele logo após a aplicação. O indicado é realizar a aplicação 15 dias antes de cair na folia para dar tempo de ser feita a revisão e evitar possíveis hematomas. O produto pode ser aplicado no próprio consultório médico e cada sessão dura em média 30 minutos. “Em uma única aplicação é possível verificar o resultado”, destaca Juliana.
CABELOS
O Iderj oferece uma terapia capilar para hidratação profunda dos fios, em que é utilizada argila, óleos essências e algas. Mas a dermatologista Robertha Nakamura dá dicas simples que podem ser utilizadas em casa mesmo. “Xampus que contenham agentes hidratantes com formulações compostas de manteiga de karité, D-pantenol, manteiga de cupuaçu, hidrolisado de aveia e trigo restauram o brilho e maciez dos fios”, diz Nakamura.
MÃOS E UNHAS
Por incrível que pareça, mãos e unhas também merecem uma atenção especial já que podem revelar a idade de uma mulher. O ressecamento deve ser tratado com o uso de ácidos fracos, que retiram as células mortas e estimulam a renovação celular. Em caso de mãos muito ressecadas é indicado realizar uma esfoliação finalizada com o uso de um creme hidratante. “O silicone e parafina são importantes para hidratação das mãos. O tratamento à base de gel de silicone protege, amacia e combate o envelhecimento”, informa Robertha Nakamura.
Para hidratar as unhas é indicado aplicar gotas de óleo de amêndoa doce ou cravo e massagear principalmente as cutículas. “Vale lembrar que ao fazer as unhas na manicure é importante evitar machucados e traumas na cutícula, pois tais ferimentos podem prejudicar o crescimento, a formação das unhas e ainda o surgimento de doenças como a micose ou infecção por bactéria. O aconselhável é empurrar a cutícula e retirar apenas o excesso”, alerta Robertha.
PARA SE RECUPERAR DA FOLIA
O Med-Spa do Iderj oferece tratamentos voltados para o bem-estar e o relaxamento do corpo, fundamentais para combater o estresse causados pela rotina que começa cedo com blocos de Carnaval e termina tarde, com desfiles em escolas de samba na Marquês de Sapucaí. A terapia com pedras quentes vulcânicas é uma boa dica. “O calor das pedras penetra nas camadas mais profundas da musculatura, proporcionando uma sensação de relaxamento e bem-estar, auxiliando no combate do estresse, da tensão muscular e das dores crônicas” conta Priscila Lobianco, psicoterapeuta-social do Iderj.
A Quick Massage, com apenas 30 minutos de duração, é ideal para quem tem pouco tempo disponível e começa a trabalhar na quarta-feira de cinzas. Já a Massagem Biodinâmica é feita por meio de movimentos suaves e dinâmicos que dissolvem a carga de estresse acumulada no organismo. “Essa massagem também proporciona profundo bem-estar e restaura o corpo físico e emocional”, afirma Priscila.
Outra indicação da fisioterapeuta é a esfoliação seguida do banho de argila. “Por pertencer ao reino mineral, a argila tem grande capacidade de absorver energias negativas, o que a torna um importante instrumento de harmonização e cura em contato com o organismo. O uso externo dessa rocha tem efeito anti-inflamatório, anti-traumático, refrescante e tonificador”, explica Priscila. |
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19.01 -
Carnaval é época de alegria e farra com os amigos. Mas também é um período cruel para o coração, graças aos pecados cometidos pelo folião. Uma prova disso é o aumento de 20% nos casos de ataques cardíacos e derrames, causados pelo consumo excessivo de álcool, cigarro, drogas e alimentação incorreta.
Tanto as pessoas saudáveis como as que já tiveram problemas cardíacos devem ficar atentas a qualquer sintoma estranho, como cansaço exagerado, falta de ar, dor no peito, tonteira e palpitações.
Para alertar a população sobre os cuidados que devem ser tomados antes e durante o Carnaval, o Instituto Nacional de Cardiologia de (INC) listou os “pecados capitais” para o coração:
1. Quem pretende cair na folia e já teve problemas no coração deve consultar um cardiologista para garantir a boa performance durante a festa. Não é proibido que hipertensos, diabéticos e pessoas com doença valvar ou nas coronárias brinquem durante o período. Esses foliões devem realizar exames clínicos, eletrocardiograma, teste ergométrico e exames de sangue para verificar se a saúde está em dia. Com resultado satisfatório, é só cair na folia, respeitando os limites do organismo, é claro.
2. Aqueles que vão sair atrás de bloco ou desfilar em escola de samba devem checar o preparo físico. De 15 a 20 dias antes do Carnaval são recomendados exercícios durante 40 minutos, cinco vezes por semana. Marco Antônio de Mattos, diretor do INC, sugere caminhadas intercaladas com pequenas corridas, hidroginástica, esteira ou bicicleta ergométrica, que vão auxiliar na melhora do condicionamento físico.
3. O pessoal que vai cair no samba não pode esquecer de manter o organismo hidratado. De acordo com Marcelo Barros, chefe da nutrição do INC, além de muita água é indicada a ingestão de isotônicos, água-de-coco, suco de laranja ou de abacaxi com hortelã. “Uma boa receita é um suco de kiwi batido com água-de-coco”, ensina Barros.
4. No Carnaval, as pessoas não costumam se alimentar com qualidade. É fato que muitos se esquecem de consumir alimentos saudáveis, como saladas e pratos leves, que as altas temperaturas do verão pedem. O consumo de gorduras aumenta o colesterol, que é um dos fatores de risco para o infarto. Para quem vai pular de um bloco para o outro e terminar o dia na Marques de Sapucaí, o nutricionista Marcelo Barros indica como mais saudável o folião levar o seu sanduíche de casa. Algumas receitas: queijo minas com peito de peru e requeijão light; ricota com passas e cenoura ou beterraba, cruas e raladas; ricota com damasco e peito de peru, pasta de ricota temperada com salsa, cebolinha e alho picado. Outras dicas leves e práticas são as frutas, que alimentam e ajudam a hidratar, como abacaxi, melancia, melão, pêra, maça e tangerina. Marcelo lembra também das frutas secas, como passas, damasco e ainda as castanhas, que não ocupam muito espaço dentro de bolsas e são muito nutritivas.
5. Do mesmo jeito que as pessoas abusam na alimentação, uma atenção especial vai para quem fecha a boca com a intenção de perder uns quilos. Não dê ouvido a dietas milagrosas, que prometem a perda de peso em poucos dias. Fechar a boca na semana anterior ao Carnaval não resolve e ainda deixa o organismo fraco, o que pode ocasionar uma hipoglicemia (perda de açúcar no sangue), comprometendo as atividades que exigem esforço.
6. A emoção descontrolada pode elevar a pressão arterial, o que é um perigo para o coração. O hipertenso deve reduzir o sal e consumir frutas que tenham potássio, como banana, laranja, melão, caju e frutas secas. É importante verificar sempre a pressão e mantê-la sob controle. Algumas dicas são retirar o saleiro da mesa, usar leite desnatado e seus derivados (sem sal), comer peixe pelo menos duas vezes na semana, dar preferência às carnes brancas e carne magra de boi, evitar temperos industrializados, como caldos concentrados de carne e frango, catchup, mostarda, molho de soja e molho inglês.
7. Em caso de estresse, procure controlá-lo. Caminhe diariamente pelo menos por 30 minutos. A atividade física com orientação é sempre um bom remédio. |
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16.01 - Itaboraí terá Centro de Tratamento de Resíduos
Novo aterro poderá solucionar a questão do Morro do Céu
O grupo Prizma e a Empresol se uniram à Estre Ambiental e criaram, em 2007, um projeto de aterro sanitário voltado para atender as necessidades dos onze municípios do Conleste (consórcio das cidades do Leste Fluminense), com três milhões de habitantes: o Centro de Tratamento de Resíduos de Itaboraí (CTR-Itaboraí). Utilizando as mais modernas tecnologias destinadas a este tipo de construção, o projeto segue à risca normas técnicas e ambientais que asseguram a qualidade do ar, vegetação, ruído e tráfego de veículo. Com uma área de 2,7 milhões de metros quadrados, o CTR terá capacidade para receber, por dia, cinco mil toneladas de resíduos, resolvendo problema de aterros que já deveria ter encerrado suas atividades como o Morro do Céu, em Niterói, que recebe cerca de 750 toneladas de lixo por dia.
Operação – Os caminhões de coleta serão descarregados em áreas adequadas e imediatamente os resíduos serão prensados em camadas que chegarão a no máximo cinco metros de altura. Para a formação dessas camadas, o material será coberto por terra, que também será compactada, evitando a emissão de odores e a presença de catadores e urubus no local. Para que o chorume (líquido resultante da degradação dos resíduos) não corra o risco de escorrer para o solo, uma manta de polietileno de alta densidade impedirá que o líquido contamine a terra. O líquido recolhido passará por uma rede de tubulação e será direcionado a um reservatório devidamente impermeabilizado e coberto, o que garantirá o estancamento total do material recolhido.
O Centro de Tratamento também contará com um cinturão verde de 1 milhão e 400 mil metros quadrados, que funcionará como uma barreira visual, acústica e odorífera para isolar a área em que serão depositados os resíduos diários produzidos pelo município de Itaboraí e os municípios do entorno. Está sendo realizado o replantio de barreira vegetal com espécies nativas.
Unidades – A proposta do CTR-Itaboraí também é de fortalecer e fomentar políticas públicas e privadas voltadas para a coleta seletiva da região. Por isso, além de ser um parceiro estratégico das prefeituras para o tratamento dos resíduos gerados nos municípios atendidos, o Centro de Tratamento manterá uma unidade de triagem de resíduos sólidos destinados à reciclagem, com capacidade para processar 100 toneladas por dia.
A idéia é também contribuir com o processo de sensibilização para o consumo sustentável e a implantação e consolidação da coleta seletiva. Esses programas enfocariam a geração excessiva dos resíduos sólidos a partir de duas abordagens: a da implementação dos 3 Rs da Agenda 21 (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) e a capacitação dos vários atores sociais para a implantação e gerenciamento da coleta seletiva em escolas, empresas, bairros e instituições públicas.
Ainda será construída uma unidade de biorremediação para tratamento do chorume, que embora não transforme o líquido apto para o consumo humano, o tornará aproveitável em casos de limpeza e pulverização de plantas, por exemplo, prolongando o período de utilização do aterro sanitário.
Por estar em uma região que promete cada vez mais crescimento e, portanto, mais construções, o CTR-Itaboraí também ganhará uma unidade de triagem, beneficiamento e armazenamento de resíduos sólidos provenientes da construção civil e demolições, com capacidade para receber, inicialmente, mil toneladas por dia, podendo aumentar consideravelmente esse volume.
Uma unidade de armazenamento temporário e blindagem de resíduos industriais, com capacidade para processar 120 toneladas por dia, e uma unidade de tratamento de resíduos de serviços de saúde, com capacidade para tratar 20 toneladas por dia, completam a lista dos serviços que sustentam a infra-estrutura do novo aterro.
O novo aterro gerará mais de 120 empregos diretos e cerca de 150 indiretos, que serão ocupados, prioritariamente, por moradores de áreas próximas, que receberão treinamento especial para atender as especificidades do empreendimento.
Licenças – O Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima), desenvolvidos por uma equipe da Coppe/UFRJ, já foram aprovados pela FEEMA. Ainda em fevereiro será realizada a Audiência Pública de concessão da Licença Prévia. As licenças de Instalação e Operação devem ser expedidas até o final do primeiro semestre do ano. |
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15.01 - Casas populares em Japeri e Rio das Ostras
A Secretaria Estadual de Habitação vai investir os R$ 7 milhões liberados no início deste mês pelo Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) na continuidade de projetos de construção de casas populares em Rio das Ostras e Japeri. Na cidade da Baixada Fluminense, onde já foram erguidas mais de 100 unidades, serão construídas outras 40 casas. Já o município da Região dos Lagos vai ganhar 160 unidades habitacionais. As casas, de cerca de 50 m², serão entregues a pessoas já cadastradas pelas prefeituras locais. |
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14.01 - Serys Slhessarenko
Senadora afirma que atendimento de mulher vítima de violência tem que melhorar
Para a senadora Serys Slhessarenko, vice-presidente da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher da Comissão de Direitos Humanos, o anúncio do crescimento do registro de casos de violência contra a mulher leva a uma segunda questão: a falta de preparo da polícia brasileira em prestar atendimento às vítimas. “Infelizmente, no Brasil, as vítimas ainda sofrem com preconceito e má vontade da polícia. ainda não está preparada para prestar auxílio à mulher vítima de violência. É importante que o poder público invista na criação de novas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher e na ampliação do número de casas de acolhimento”, afirma.
Serys comemora o crescimento do registro de casos de violência contra a mulher. Para a senadora, o aumento de 22,3% contabilizado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres revela que as mulheres estão perdendo o medo de denunciar os agressores. “Esse encorajamento em denunciar as agressões é uma grande contribuição da Lei Maria da Penha”, afirma a senadora. Ela destaca também a importância do 180, a Central de Atendimento à Mulher, que recebeu, em 2008, 117 mil ligações somente sobre informações sobre a lei. “As mulheres estão buscando se informar para poderem se defender melhor e, com certeza, isso refletirá em uma diminuição de casos e no aumento das punições”, disse. |
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19.12 -
Prefeitura se prepara para evitar epidemia
A dengue
não tira férias. Esse é o
slogan da campanha permanente que a Prefeitura
de Itaguaí realiza para prevenir a doença.
A Secretaria de Saúde atua em várias
frentes e espera reduzir o número de casos
da doença que, ultrapassou 700 em 2008.
Uma das principais ações é
o “Mini dia D”. Toda quarta-feira,
um bairro recebe profissionais da Diretoria de
Vigilância em Saúde, que orienta
a população em relação
à prevenção, e da Secretaria
de Urbanismo, que realiza a limpeza de possíveis
focos do mosquito Aedes Aegypti.
A Secretaria de Saúde recebeu, ainda, o
reforço de 70 patrulheiros da saúde,
alunos da rede municipal de ensino escolhidos
a partir de um concurso de desenhos e redações.
Desde setembro, monitorados por 35 professores,
os estudantes distribuem panfletos, colam cartazes
nas lojas e, com a ajuda dos funcionários
da Secretaria de Saúde, organizam palestras
nas comunidades em que moram.
Os patrulheiros também relatam à
Secretaria a existência de possíveis
focos de dengue, como terrenos com acúmulo
de lixo e caixas d’água destampadas.
A partir de dezembro, os patrulheiros contarão
com a ajuda de soldados mirins, alunos que também
se engajaram na campanha e que vão atuar
mesmo durante as férias escolares.
Outro evento semanal acontece às sextas-feiras:
uma tenda é montada na praça central
da cidade e lá agentes de saúde
distribuem material informativo e orientam os
moradores. Nos postos de saúde há
vasto material que explica as principais medidas
de prevenção. Já nas escolas
municipais está em andamento o projeto
Panelinha, em que uma equipe multidisciplinar
orienta alunos, professores e pais.
Também é realizado um sério
trabalho nas unidades de saúde. Uma equipe
da Coordenação de Vigilância
Epidemiológica fica permanentemente no
Hospital Municipal São Francisco Xavier
monitorando os casos de suspeita de dengue. O
sangue dos pacientes é colhido rapidamente
e enviado ao laboratório Noel Nutels para
sorologia. Assim o diagnóstico é
feito com mais rapidez, permitindo agilidade no
início do tratamento. |
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17.12 -
Pé
na estrada, ou melhor, rodas na estrada. Tem gente
que passa 335 dias só esperando os trinta
dias de férias merecidas. Pegar o carro,
a família, as malas e seguir viagem. Mas
há quem prefira ousar e se jogar em novas
aventuras. Prova disso é que as vendas
de triciclos aumentam, e muito, no mês de
dezembro.
Pessoas com perfis, profissões e gostos
diversos, mas todas com um objetivo: aproveitar
as férias de janeiro no melhor estilo.
“Desde pequeninho gosto de estrada. Fui
criado em estrada, em cima de caminhão.
Sempre fui ligado em duas rodas, já tive
várias motos. Agora quero experimentar
uma coisa nova. Uma emoção diferente”,
conta Sebastião dos Santos Peixoto, 53
anos. A paixão por estrada está
explícita até na profissão:
Sebastião é proprietário
de uma transportadora em São Paulo. Seu
plano agora é montar com sua esposa no
triciclo modelo Sport e rumar até Foz do
Iguaçu, a 1.200 km de Tatuí, interior
paulista, onde mora.
Os usuários explicam que o triciclo é
a opção perfeita para quem gosta
de viagens longas. Além de dar mais conforto
e segurança, permite carregar mais bagagens.
“Eu só viajo com minha esposa e com
muita bagagem. Tenho viajado pelo Brasil e o movimento
de veículos aumentou muito, está
muito difícil andar de moto, muito perigoso.
Um amigo me recomendou e achei a idéia
boa. Quando contei para o pessoal do meu clube,
eles disseram que eu era louco de deixar a moto.
Quando expliquei, o motivo acabaram me dando razão”,
relata o corretor de imóveis bahiano Rogério
Borelli, de 51 anos, que se prepara para apresentar
a seus amigos de motoclube o seu Super Top By
Cristo no próximo encontro de motociclistas
na Chapada Diamantina.
Vendas aquecidas em dezembro
Enquanto montadoras de carros e motos amargam
período de crise, a proximidade com as
férias de janeiro esquentou as vendas de
triciclos By Cristo. A fabricante paulista recebeu
25 encomendas para o último mês do
ano. “Enquanto as montadoras não
estão conseguindo vender, nós aumentamos
a produção. Isso é bastante
positivo”, comemora Cristopher Prado, um
dos sócios da empresa.
Os clientes aparecem
de todas as partes do país, mas boa parte
deles é do Nordeste. “Temos muitos
clientes do Nordeste, provavelmente por ser uma
região praiana, onde não chove tanto.
O motivo de quem compra, em geral, é viajar
nas férias, especialmente para viagens
longas. Os casais compram bastante e a mulher
é quem mais incentiva, por se sentir mais
segura, mais confortável do que em uma
moto”, analisa Hélio Gonçalves
Júnior, gerente da By Cristo.
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16.12 -
Faça sua lista de promessas do ano novo
virar realidade
Ano que vem vou trocar de carro, de namorado,
emagrecer, mudar de emprego... Menos de um mês
para 2009 e a lista de metas a serem cumpridas
no novo ano só aumenta. Entre os desejos,
um é quase unanimidade: perder peso. Para
não ficar mais um ano apenas na promessa,
a psicóloga Yara Daros, idealizadora do
programa de reeducação alimentar
Forma Leve, dá dicas para quem quer levar
uma vida mais saudável e dar um up no visual,
muitas vezes, pré-requisito para quem também
quer mudar de namorado, de emprego...
Para Yara, o primeiro passo é entender
que o processo de emagrecimento não deve
ser abrupto, conseguido através de dietas
rígidas ou excesso de exercícios,
porque ambos são prejudiciais à
saúde e podem ter efeito reverso. A psicóloga
destaca que a ansiedade é o maior pecado
cometido nesse processo. “Pressa. Essa é
a maior dificuldade. As pessoas querem emagrecer
tudo hoje. Não querem reeducação
alimentar, querem dieta rígida que faça
emagrecer rápido. O problema é que,
depois, engorda-se tudo de novo. Além de
prejudicar a saúde, a pessoa acaba se frustrando
e come ainda mais”, alerta.
Os efeitos de um regime severo podem ser percebidos
no dia-a-dia. Mal-estar, mau humor e fraqueza
são alguns dos sintomas desagradáveis.
“O organismo vai sofrer, o indivíduo
vai sofrer. Não e bom eliminar peso sofrendo.
Ele vai ficar indisposto, cansado, com tonturas.
Isso afeta a rotina, o trabalho e a relação
com as outras pessoas”, ressalta a fundadora
do Forma Leve.
Já que o projeto é para o ano inteiro,
Yara aconselha que o emagrecimento ocorra de forma
gradativa e que sejam estabelecidas metas para
cada mês. “O interessante é
que a pessoa determine uma meta para um ano. Se
quer eliminar trinta quilos, o ideal é
distribuir esse total pelos doze meses, perder
de três a quatro quilos a cada 30 dias,
por exemplo”, explica a psicóloga.
É comum a pessoa pensar que tem problemas
para emagrecer ou tendência a ganhar peso
quando, na verdade, sofre de compulsão
alimentar. Por isso, é fundamental para
a eficácia do tratamento identificar qual
o problema a ser enfrentado. “Muita gente
tem compulsão alimentar, mas desconhece.
Eu tinha esse problema, mas não sabia.
Depois que identifiquei que comia por compulsão,
as coisas mudaram completamente”, revela
Yara Daros, que criou o programa há oito
anos depois de uma experiência pessoal.
Forma Leve
O Forma Leve existe desde 2000 e sua eficácia
já pôde ser comprovada por cerca
de 5 mil pessoas. O programa orienta a mudar a
relação com os alimentos, através
de uma reeducação alimentar, sob
orientação de um nutricionista e
de uma psicóloga. O método se baseia
em reuniões semanais que podem ser feitas
em grupos ou individualmente. Durante as reuniões,
são discutidos temas relacionados à
alimentação e são dadas dicas
de como preparar alimentos e optar por comidas
mais saudáveis, além de sessões
de relaxamento e de promoção de
atividades como caminhadas ecológicas.
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15.12 -
Um Investimentos
cria clubes defensivos como estratégia
para tempos de crise
Cautela e
análise podem ser garantia de retorno financeiro
em tempos de turbulência no mercado. A corretora
Um Investimentos lançou mão dessa
estratégia para lançar dois novos
clubes, Amendoeiras e Reserva, voltados para atender
a demanda de clientes em busca de retorno acima
das aplicações convencionais, como
renda fixa e poupança, com a garantia de
níveis reduzidos de risco.
Segundo Fernando Friedheim, área de gestão
de recursos da Um Investimentos, o fato da corretora
possuir cerca de 90% dos clientes pessoa física,
cerca de 150 clubes e uma média de 50 participantes
cada torna necessário investir em alternativas
que consigam manter a atratividade de investir
na bolsa, mesmo com um cenário de incerteza.
“Fizemos simulações com os
novos clubes e o comportamento do mercado desde
o início do ano, com atenção
especial para o período desde o início
da crise, para analisarmos qual teria sido o desempenho
até agora. Os cenários traçados
mostram grande potencial para a obtenção
de um retorno maior que os investimentos tradicionais”,
diz.
O Reserva Clube de Investimentos possui carteira
com renda variável, composta por papéis
de empresas que possuem alta liquidez, grande
valor de mercado, fundamentos sólidos,
bom histórico e potencial de distribuição
de lucros através do pagamento de dividendos.
Já o Amendoeiras Clube de Investimentos
é voltado para clientes com perfil mais
conservador. A montagem da carteira parte da premissa
que o atual momento não justifica assumir
altos riscos e a posição deve estar
defendida, por isso, é composta por ações
e derivativos da Vale e da Petrobras, além
de instrumentos de renda fixa, buscando as melhores
oportunidades disponíveis no momento e
agregando valor aos cotistas com baixo nível
de risco.
Desde janeiro, a Um Investimentos acumula um aumento
de 57% no número de clientes. Somente em
outubro, o crescimento foi de 14% em relação
ao mês anterior, que segundo Giancolli,
pode ser explicado pelo fato de haver pessoas
que estão aproveitando a oferta de ações
em baixa para começar a investir. “Os
novos clubes são uma forma de apresentar
sempre novas alternativas aos clientes. Essa estratégia
é fundamental dentro da linha de ação
da corretora, de disponibilizar gerentes exclusivos
e prestar um serviço ‘taylor made’
para os clientes”, finaliza. |
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13.12 -
O Instituto Nacional
de Cardiologia (INC), referência do Ministério
da Saúde no tratamento de doenças
cardíacas, realizou em novembro o primeiro
transplante de homoenxerto descelularizado em
doenças cardíacas congênitas
do Rio de Janeiro. Uma paciente de 29 anos recebeu
uma válvula pulmonar e parte da artéria
pulmonar para corrigir anormalidades causadas
pela Tetralogia de Fallot, doença congênita
que causa a abertura na parede que separa os dois
lados do coração, estreitamento
severo da artéria pulmonar, anormalidades
no ventrículo direito e na artéria
aorta. Os pacientes com a doença apresentam
cianose (cor arroxeada) nos lábios e nas
extremidades dos dedos.
Transplantes de homoenxerto são realizados
desde a década de 60 e consistem na retirada
de válvulas de corações de
indivíduos falecidos, cujos órgãos
não apresentam condições
seguras para transplante. O ineditismo do procedimento
realizado pelo INC é a técnica de
separação das células, que
reduz o risco de rejeição e de novas
intervenções cirúrgicas.
Segundo o diretor geral do Instituto, Hans Fernando
Dohmann, para a segurança do procedimento
as válvulas são classificadas quanto
ao tamanho, compatibilidade sanguínea e
imunológica. “Aplicamos detergentes
enzimáticos, uma espécie de sabão,
que retira as células do doador e mantém
intacta sua estrutura. Uma vez implantada no receptor,
as próprias células do organismo
tratam de revestir aquela matriz, que passa a
ser reconhecida como própria. Isso reduz
a possibilidade de rejeição e inflamação
e aumenta a durabilidade da válvula no
novo organismo”, explica.
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07.11 -
Instituto Nacional
de Cardiologia (INC) realiza estudo para verificar
o envelhecimento fisiológico
O serviço
de Hipertensão Arterial, do Instituto Nacional
de Cardiologia (INC), em parceria com a Coppe-UFRJ,
está realizando um estudo para verificar
o efeito do envelhecimento e do treinamento físico
aeróbico na modulação autonômica
da freqüência cardíaca –
capacidade do coração responder
prontamente às demandas impostas pelo ambiente
e pelo próprio organismo. O estudo faz
parte da tese de mestrado da fisioterapeuta Gabriela
Alves Trevizani.
“Como o envelhecimento fisiológico
(livre de doenças) ocasiona alterações
no sistema cardiovascular relacionadas com a predisposição
de doenças cardíacas, se for comprovada
que a prática de exercícios físicos
é capaz de minimizar essas alterações,
estaremos criando uma proposta de mudança
no estilo de vida como forma de prevenção
das doenças”, explica a fisioterapeuta,
que está selecionando homens de 20 a 60
anos, saudáveis e não-fumantes.
Os voluntários passarão por exames,
como teste de esforço submáximo
(escolhido por não exigir muito) e eletrocardiograma
de alta resolução, para verificar
se há diferenças no controle da
freqüência cardíaca entre dois
grupos distintos, um sedentário e outro
fisicamente ativo, em quatro faixas de idade.
Os interessados em fazer parte do estudo devem
entrar em contato com a Divisão de Hipertensão
Arterial do INC através do telefone 2285-3344
ramal 2270. |
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07.11 - Dia Nacional
de Conscientização sobre o Zumbido
HUCFF realiza evento
para concientizar a população sobre
o tema
Na próxima terça-feira, 11, o Grupo
de Apoio a Pessoas com Zumbido (GAPZ) e problemas
auditivos do Hospital Universitário Clementino
Fraga Filho (HUCFF) realizará um evento
com o propósito de fornecer informações
atualizadas para os portadores do sintoma. Segundo
a otorrinolaringologista do HUCFF e coordenadora
do GAPZ, Patrícia Ceminelli, o zumbido
afeta aproximadamente 15% da população
mundial e 30 milhões de brasileiros sofrem
desse incômodo.
“O zumbido
não é uma doença, e sim um
sintoma, como a dor de cabeça e a febre”,
esclarece a médica. Caracterizado pela
presença de um som nos ouvidos ou na cabeça
sem que seja produzido por uma fonte externa,
o tipo mais comum de zumbido pode ser constante
ou intermitente, e está presente em 80%
dos casos. Já os zumbidos objetivos podem
ser ouvidos por pessoas próximas ao paciente
e está presente em 20% dos portadores.
“Nesse caso, os zumbidos estão associados
a problemas vasculares na região da cabeça
e pescoço ou contraturas musculares dos
músculos do ouvido ou palato”,
explica Ceminelli.
De acordo com a médica, para diagnosticar
é necessário realizar uma investigação
minuciosa do histórico clínico do
paciente, complementado por testes físicos,
exame de sangue e audiometria (método usado
para medir a audição). “Muitas
doenças podem causar o zumbido e mais de
uma causa pode estar presente no mesmo indivíduo.
É um longo caminho para descobrir de quais
doenças o zumbido é o sintoma”,
explica a especialista.
O GAPZ foi criado em 1999 e já existe em
oito cidades do Brasil. O grupo visa fornecer
informações atualizadas e de fácil
linguagem para os portadores do zumbido e até
mesmo para quem tiver interesse no assunto. Segundo
Patrícia Ceminelli, muitos portadores apresentam
repercussões importantes na vida diária
e por isso a troca de experiências é
fundamental. “O paciente deve saber que
as reuniões não substituem o tratamento
convencional orientado pelo médico”,
alerta. Formado por profissionais voluntários,
o grupo funciona com reuniões gratuitas
mensais, toda quinta-feira, das 15h30 às
17h30, no 12° andar do HUCFF, Auditório
Alice Rosa. As reuniões são abertas
ao público e não é necessário
encaminhamento.
O GAPZ solicita que, se possível,
a pessoa confirme presença pelos telefones
2562-2842 / 9578-4590 ou pelo e-mail gapzrj@forl.org.br
. O Hospital Universitário Clementino Fraga
Filho fica na Rua Professor Rodolpho Paulo Rocco,
n° 255 - Cidade Universitária - Ilha
do Fundão. |
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20.09 - Chega
de Saudade
Reza a lenda de
que no beco localizado na Rua Duvivier, em Copacabana,
no Rio de Janeiro, as garrafas voavam dos apartamentos,
por causa do barulho feito pelos freqüentadores
de quatro boates ali localizadas. Por isso, o
lugar foi chamado de "o beco das garrafas".
Reduto da Bossa Nova, um dos movimentos musicais
mais famosos do Brasil e que está completando
50 anos, o Beco reunia os maiores talentos da
época.
Passado meio século, o Beco das Garrafas
e suas boates continuam no mesmo lugar, porém
de portas fechadas para o público. Mas,
em breve, o maior templo da Bossa Nova, voltará
a animar as noites de Copacabana. Um grupo de
empresários se reuniu para promover a revitalização
do Beco das Garrafas, autorizada pela Prefeitura
do Rio de Janeiro. Os imóveis já
foram comprados e estão sendo reformados.
Apenas duas casas serão reabertas. A Litlle
Club funcionará como uma memória
da Bossa Nova, onde estarão disponíveis
gravações, fotos, instrumentos e
qualquer outro objeto que traga lembranças
da época. O espaço será dedicado
à música instrumental e o público
poderá visitar, apreciar, bater papo, tomar
seu uísque, e ouvir uma boa música,
é claro. Já a Bottle´s, apresentará
shows diários de Bossa Nova para os turistas
e cariocas.
A previsão é que até o fim
do ano o Beco já esteja funcionando. O
projeto da reforma é assinado pelo compositor,
instrumentista, cantor, arquiteto e artista plástico,
Carlos Alberto Pingarilho, que iniciou sua carreira
artística no final dos anos 50, atuando
em conjuntos musicais ao lado de Marcos Valle.
A direção artística será
assinada por Luis Carlos Miele, que, junto com
o compositor Ronaldo Bôscoli, formou a dupla
Miele & Bôscoli, responsável
pela direção e produção
de diversos espetáculos, além de
programas musicais em emissoras de televisão.
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18.09 - Pesquisa
do HUCFF pode diminuir fila de transplante pulmonar
Hospital estuda
forma alternativa para tratamento da Doença
Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
A cada 10 segundos morre uma pessoa no mundo vítima
de doença pulmonar obstrutiva crônica
(DPOC), mais conhecida como enfisema pulmonar. De
acordo com a Organização Mundial de
Saúde, o número de óbitos ao
ano já chega a 2,75 milhões. A doença
é a quarta maior causa de morte mundial e
no Brasil o número de doentes chega a sete
milhões. O Hospital Universitário
Clementino Fraga Filho (HUCFF), centro de excelência
para diagnóstico e tratamento da doença,
está realizando um estudo que tem como principal
objetivo reduzir a fila do transplante pulmonar.
O estudo avalia uma forma alternativa de tratamento
que propõe a implantação de
seis a oito válvulas respiratórias
unidirecionais com a função de desinflar
o pulmão do paciente, já que um dos
sintomas é a dificuldade de lançar
o ar dos pulmões para a atmosfera. O procedimento
visa atenuar as crises da doença, além
de evitar a cirurgia redutora de volume pulmonar
e as indicações para transplante.
“Com esse estudo concluímos que é
possível controlar a DPOC. Os participantes
estão sendo submetidos a apenas uma sessão
para implantação dessas válvulas,
com duração média de uma hora,
e já apresentam melhora na qualidade de vida.
Eles já conseguem realizar atividades antes
impossíveis como subir escadas e fazer longas
caminhadas.” comemora Marina Lima, pneumologista
à frente da pesquisa no HUCFF.
A DPOC é uma doença crônica,
progressiva e irreversível. A causa pode
ser genética, devido à deficiência
de uma enzima fundamental para o funcionamento normal
do pulmão (alfa 1 antitripsina). Mas o tabagismo
contribui para o aumento de sua incidência.
Os fumantes representam o maior grupo de risco,
pois 20% desenvolvem a doença e 80% daqueles
que sofrem com ela, ainda são fumantes ativos.
“Antes, o número de pacientes era preferencialmente
masculino. Hoje não há mais essa relação
de gênero, pois as mulheres estão fumando
mais. Os fumantes passivos também estão
vulneráveis à patologia”, lembra
Marina Lima.
Os sintomas da doença são cansaço,
tosse, chiado no peito, sensação de
falta de ar e dificuldade para realizar tarefas
rotineiras, inclusive em relação a
esforços físicos simples, como cruzar
as pernas e amarrar os sapatos. A OMS prevê
que a DPOC será a 3ª causa mortis mais
comum até 2020. No ambulatório do
HUCFF são atendidos mensalmente cerca de
200 pacientes. Como
participar da pesquisa:
Pré-requisitos – Ter diagnóstico
de DPOC e ser alfabetizado.
Exames necessários – Teste de caminhada,
ecocardiograma, eletrocardiograma, gasometria
arterial, avaliação nutricional,
habilitação pulmonar, entre outros.
Todos são realizados no próprio
HUCFF.
Inscrições - Durante todo o ano
o HUCFF recrutará participantes para a
pesquisa através dos telefones 2562-2194
ou 3105-0064, de segunda à sexta-feira,
das 8h às 17h. Todos os candidatos inscritos
integrarão um banco de dados do hospital.
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15.09 - Um novo conceito
de morada
Bairro
Novo muda conceito de bairro planejado no Brasil,
com empreendimentos em grande escala, qualidade
de vida e infra-estrutura Com
uma política econômica atraente e
um déficit habitacional de cerca de 1,5
milhão de moradias, famílias com
faixa de renda entre 4 e 10 salários mínimos
se tornaram um público cada vez mais promissor
para as empresas que investem no setor imobiliário.
A boa oportunidade no mercado fez surgir um grande
negócio: a Bairro Novo. A empresa foi criada
em 2007 a partir da união da expertise
da Gafisa no desenvolvimento simultâneo
de grandes projetos imobiliários ao know-how
da Odebrecht, que possui experiência em
implementação de infra-estrutura
em grandes áreas. O objetivo da Bairro
Novo é ser líder em habitação
popular. Até o fim de 2008, serão
lançadas 15 mil unidades em uma área
em construção de 1,25 milhão
de metros quadrados.
A proposta é inovadora: construir bairros
planejados, de mil a 10 mil unidades, com qualidade
de vida e infra-estrutura. O projeto é
do arquiteto Roberto Candusso e chama a atenção
pelos atributos, antes só usados em empreendimentos
de média/alta renda. Os bairros são
formados por diversos condomínios integrados,
com casas de 2 e 3 dormitórios e apartamentos
de 2 dormitórios, localizados em zonas
residenciais. Segundo Roberto Senna, presidente
da Bairro Novo, a empresa estuda projetos em todas
as regiões metropolitanas do país.
“Quase a totalidade dos municípios
com mais de 200 mil habitantes sofre atualmente
com o déficit de moradias”, declara.
O grande diferencial é a dimensão
dos projetos. Até o momento, as poucas
empresas do mercado brasileiro especializadas
na construção de bairros planejados
produziram empreendimentos com, no máximo,
mil unidades. Com a chegada da Bairro Novo, a
escala dos projetos traz o impacto positivo em
questões como qualidade de vida e infra-estrutura
nas cidades que receberão os empreendimentos.
O Bairro Novo Cotia, lançado em dezembro
de 2007 no município de mesmo nome, a 30
km de São Paulo, terá 75 condomínios,
num total de 2.386 unidades, entre casas de 2
e 3 quartos e apartamentos de 2 quartos. No primeiro
módulo, 100% vendido, serão construídas
mil unidades e o prazo para entrega é previsto
para fim de 2008.
Um bom exemplo do impacto causado pelo projeto
é o Bairro Novo Camaçari, lançado
em julho no município baiano. O projeto
está localizado no bairro Jardim Limoeiro,
que conta com apenas 3% de esgotamento sanitário.
Ao final da construção do Bairro
Novo, que terá, como todos os empreendimentos,
100% de rede de água e esgoto em uma área
de 750 mil metros quadrados, o Jardim Limoeiro
estará inserido em uma nova realidade.
Outro dado importante: Camaçari possui
pouco mais de 220 mil habitantes. Quando estiver
com todas as unidades entregues, o Bairro Novo
Camaçari abrigará cerca de 18 mil
pessoas, se considerarmos famílias de quatro
pessoas morando em cada uma das 4.500 unidades,
um aumento de quase 10% na população
do município que viverá em perfeitas
condições de moradia, infra-estrutura,
transporte, educação, segurança
e acesso a serviços. Essas garantias existem
porque, ao longo da construção,
a Bairro Novo proporciona melhorias também
na região onde os bairros são instalados,
como a ampliação de escolas, recuperação
de vias públicas em parcerias com os governos
locais, e pequenas reformas, visando a melhor
adaptação da comunidade ao empreendimento.
Atributos de classe
A com condições únicas de
financiamento
Todos os empreendimentos contam com as mesmas
características: infra-estrutura completa;
segurança (o bairro é fechado e
possui guarita); ruas asfaltadas e sinalizadas;
iluminação pública; redes
de água e esgoto; coleta de lixo; área
comercial, com lojas, padaria, farmácia
e mercado; proximidade com escolas, rede de comércio
e serviços; facilidade de acesso e de transporte
público; além de área verde,
composta de bosque, trilhas ecológicas
e praças; e áreas de lazer, equipadas
com playground, quadras de esporte, churrasqueiras
e equipamentos adaptados de acordo com os hábitos
locais.
O projeto é baseado no modelo de habitação
do México, onde são construídas
mais de 700 mil moradias por ano. Por lá,
com incentivos governamentais, as construtoras,
até então focadas no alto padrão,
passaram a urbanizar extensas áreas nas
periferias das grandes cidades. Como os empreendimentos
são em grande escala, foi desenvolvido
um método produtivo industrial, através
do qual as construções são
feitas com moldes, onde é aplicado o concreto.
Os moldes já têm a previsão
para a parte elétrica e hidráulica,
o que reduz tempo e custo.
Todas as unidades têm preparação
para telefone, antena, TV a cabo e Internet, e
a pintura externa é feita com tinta acrílica.
Além disso, dependendo da região,
outras facilidades podem ser agregadas. Na região
Nordeste, por exemplo, há também
preparação para instalação
de ar-condicionado no quarto do casal. Os moradores
também poderão ampliar suas casas
de forma planejada e organizada, já que
receberão um projeto pré-aprovado
de anexo (quarto e banheiro).
Com público-alvo formado por famílias
com faixa de renda entre 4 a 10 salários
mínimos, em geral recém constituídas,
como casais com filhos pequenos, ou pessoas solteiras
que buscam maior independência saindo da
casa dos pais, a Bairro Novo criou condições
de financiamento utilizando recursos do FGTS repassados
pelo ABN Amro-Real. O custo varia de acordo com
o empreendimento e o comprador pode financiar
até 90% do imóvel, com o pagamento
dos 10% restantes podendo ser feito até
a entrega das chaves. As taxas de juros são
de 6% ao ano para renda familiar até R$
1.875,00 e de 8,16% ao ano para até R$
4.900,00. O prazo para pagar é de até
25 anos.
Sustentabilidade e estímulo à comunidade
O maior objetivo da Bairro Novo após a
entrega dos empreendimentos é manter vivo
o conceito do projeto através da garantia
da qualidade de vida dos moradores. Por isso,
a empresa investe em uma política sustentável
que estimula ações de geração
de renda para o condomínio no futuro, entre
elas, a coleta seletiva de lixo e a coleta de
óleo de cozinha. Todos os bairros terão,
ainda, uma associação de moradores,
que será capacitada pela empresa, que vai
regular as diretrizes e regras para garantir a
conservação e a manutenção
do imóvel e o bom convívio. |
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