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19.12 -
Prefeitura se prepara para evitar epidemia
A dengue
não tira férias. Esse é o
slogan da campanha permanente que a Prefeitura
de Itaguaí realiza para prevenir a doença.
A Secretaria de Saúde atua em várias
frentes e espera reduzir o número de casos
da doença que, ultrapassou 700 em 2008.
Uma das principais ações é
o “Mini dia D”. Toda quarta-feira,
um bairro recebe profissionais da Diretoria de
Vigilância em Saúde, que orienta
a população em relação
à prevenção, e da Secretaria
de Urbanismo, que realiza a limpeza de possíveis
focos do mosquito Aedes Aegypti.
A Secretaria de Saúde recebeu, ainda, o
reforço de 70 patrulheiros da saúde,
alunos da rede municipal de ensino escolhidos
a partir de um concurso de desenhos e redações.
Desde setembro, monitorados por 35 professores,
os estudantes distribuem panfletos, colam cartazes
nas lojas e, com a ajuda dos funcionários
da Secretaria de Saúde, organizam palestras
nas comunidades em que moram.
Os patrulheiros também relatam à
Secretaria a existência de possíveis
focos de dengue, como terrenos com acúmulo
de lixo e caixas d’água destampadas.
A partir de dezembro, os patrulheiros contarão
com a ajuda de soldados mirins, alunos que também
se engajaram na campanha e que vão atuar
mesmo durante as férias escolares.
Outro evento semanal acontece às sextas-feiras:
uma tenda é montada na praça central
da cidade e lá agentes de saúde
distribuem material informativo e orientam os
moradores. Nos postos de saúde há
vasto material que explica as principais medidas
de prevenção. Já nas escolas
municipais está em andamento o projeto
Panelinha, em que uma equipe multidisciplinar
orienta alunos, professores e pais.
Também é realizado um sério
trabalho nas unidades de saúde. Uma equipe
da Coordenação de Vigilância
Epidemiológica fica permanentemente no
Hospital Municipal São Francisco Xavier
monitorando os casos de suspeita de dengue. O
sangue dos pacientes é colhido rapidamente
e enviado ao laboratório Noel Nutels para
sorologia. Assim o diagnóstico é
feito com mais rapidez, permitindo agilidade no
início do tratamento. |
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17.12 -
Pé
na estrada, ou melhor, rodas na estrada. Tem gente
que passa 335 dias só esperando os trinta
dias de férias merecidas. Pegar o carro,
a família, as malas e seguir viagem. Mas
há quem prefira ousar e se jogar em novas
aventuras. Prova disso é que as vendas
de triciclos aumentam, e muito, no mês de
dezembro.
Pessoas com perfis, profissões e gostos
diversos, mas todas com um objetivo: aproveitar
as férias de janeiro no melhor estilo.
“Desde pequeninho gosto de estrada. Fui
criado em estrada, em cima de caminhão.
Sempre fui ligado em duas rodas, já tive
várias motos. Agora quero experimentar
uma coisa nova. Uma emoção diferente”,
conta Sebastião dos Santos Peixoto, 53
anos. A paixão por estrada está
explícita até na profissão:
Sebastião é proprietário
de uma transportadora em São Paulo. Seu
plano agora é montar com sua esposa no
triciclo modelo Sport e rumar até Foz do
Iguaçu, a 1.200 km de Tatuí, interior
paulista, onde mora.
Os usuários explicam que o triciclo é
a opção perfeita para quem gosta
de viagens longas. Além de dar mais conforto
e segurança, permite carregar mais bagagens.
“Eu só viajo com minha esposa e com
muita bagagem. Tenho viajado pelo Brasil e o movimento
de veículos aumentou muito, está
muito difícil andar de moto, muito perigoso.
Um amigo me recomendou e achei a idéia
boa. Quando contei para o pessoal do meu clube,
eles disseram que eu era louco de deixar a moto.
Quando expliquei, o motivo acabaram me dando razão”,
relata o corretor de imóveis bahiano Rogério
Borelli, de 51 anos, que se prepara para apresentar
a seus amigos de motoclube o seu Super Top By
Cristo no próximo encontro de motociclistas
na Chapada Diamantina.
Vendas aquecidas em dezembro
Enquanto montadoras de carros e motos amargam
período de crise, a proximidade com as
férias de janeiro esquentou as vendas de
triciclos By Cristo. A fabricante paulista recebeu
25 encomendas para o último mês do
ano. “Enquanto as montadoras não
estão conseguindo vender, nós aumentamos
a produção. Isso é bastante
positivo”, comemora Cristopher Prado, um
dos sócios da empresa.
Os clientes aparecem
de todas as partes do país, mas boa parte
deles é do Nordeste. “Temos muitos
clientes do Nordeste, provavelmente por ser uma
região praiana, onde não chove tanto.
O motivo de quem compra, em geral, é viajar
nas férias, especialmente para viagens
longas. Os casais compram bastante e a mulher
é quem mais incentiva, por se sentir mais
segura, mais confortável do que em uma
moto”, analisa Hélio Gonçalves
Júnior, gerente da By Cristo.
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16.12 -
Faça sua lista de promessas do ano novo
virar realidade
Ano que vem vou trocar de carro, de namorado,
emagrecer, mudar de emprego... Menos de um mês
para 2009 e a lista de metas a serem cumpridas
no novo ano só aumenta. Entre os desejos,
um é quase unanimidade: perder peso. Para
não ficar mais um ano apenas na promessa,
a psicóloga Yara Daros, idealizadora do
programa de reeducação alimentar
Forma Leve, dá dicas para quem quer levar
uma vida mais saudável e dar um up no visual,
muitas vezes, pré-requisito para quem também
quer mudar de namorado, de emprego...
Para Yara, o primeiro passo é entender
que o processo de emagrecimento não deve
ser abrupto, conseguido através de dietas
rígidas ou excesso de exercícios,
porque ambos são prejudiciais à
saúde e podem ter efeito reverso. A psicóloga
destaca que a ansiedade é o maior pecado
cometido nesse processo. “Pressa. Essa é
a maior dificuldade. As pessoas querem emagrecer
tudo hoje. Não querem reeducação
alimentar, querem dieta rígida que faça
emagrecer rápido. O problema é que,
depois, engorda-se tudo de novo. Além de
prejudicar a saúde, a pessoa acaba se frustrando
e come ainda mais”, alerta.
Os efeitos de um regime severo podem ser percebidos
no dia-a-dia. Mal-estar, mau humor e fraqueza
são alguns dos sintomas desagradáveis.
“O organismo vai sofrer, o indivíduo
vai sofrer. Não e bom eliminar peso sofrendo.
Ele vai ficar indisposto, cansado, com tonturas.
Isso afeta a rotina, o trabalho e a relação
com as outras pessoas”, ressalta a fundadora
do Forma Leve.
Já que o projeto é para o ano inteiro,
Yara aconselha que o emagrecimento ocorra de forma
gradativa e que sejam estabelecidas metas para
cada mês. “O interessante é
que a pessoa determine uma meta para um ano. Se
quer eliminar trinta quilos, o ideal é
distribuir esse total pelos doze meses, perder
de três a quatro quilos a cada 30 dias,
por exemplo”, explica a psicóloga.
É comum a pessoa pensar que tem problemas
para emagrecer ou tendência a ganhar peso
quando, na verdade, sofre de compulsão
alimentar. Por isso, é fundamental para
a eficácia do tratamento identificar qual
o problema a ser enfrentado. “Muita gente
tem compulsão alimentar, mas desconhece.
Eu tinha esse problema, mas não sabia.
Depois que identifiquei que comia por compulsão,
as coisas mudaram completamente”, revela
Yara Daros, que criou o programa há oito
anos depois de uma experiência pessoal.
Forma Leve
O Forma Leve existe desde 2000 e sua eficácia
já pôde ser comprovada por cerca
de 5 mil pessoas. O programa orienta a mudar a
relação com os alimentos, através
de uma reeducação alimentar, sob
orientação de um nutricionista e
de uma psicóloga. O método se baseia
em reuniões semanais que podem ser feitas
em grupos ou individualmente. Durante as reuniões,
são discutidos temas relacionados à
alimentação e são dadas dicas
de como preparar alimentos e optar por comidas
mais saudáveis, além de sessões
de relaxamento e de promoção de
atividades como caminhadas ecológicas.
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15.12 -
Um Investimentos
cria clubes defensivos como estratégia
para tempos de crise
Cautela e
análise podem ser garantia de retorno financeiro
em tempos de turbulência no mercado. A corretora
Um Investimentos lançou mão dessa
estratégia para lançar dois novos
clubes, Amendoeiras e Reserva, voltados para atender
a demanda de clientes em busca de retorno acima
das aplicações convencionais, como
renda fixa e poupança, com a garantia de
níveis reduzidos de risco.
Segundo Fernando Friedheim, área de gestão
de recursos da Um Investimentos, o fato da corretora
possuir cerca de 90% dos clientes pessoa física,
cerca de 150 clubes e uma média de 50 participantes
cada torna necessário investir em alternativas
que consigam manter a atratividade de investir
na bolsa, mesmo com um cenário de incerteza.
“Fizemos simulações com os
novos clubes e o comportamento do mercado desde
o início do ano, com atenção
especial para o período desde o início
da crise, para analisarmos qual teria sido o desempenho
até agora. Os cenários traçados
mostram grande potencial para a obtenção
de um retorno maior que os investimentos tradicionais”,
diz.
O Reserva Clube de Investimentos possui carteira
com renda variável, composta por papéis
de empresas que possuem alta liquidez, grande
valor de mercado, fundamentos sólidos,
bom histórico e potencial de distribuição
de lucros através do pagamento de dividendos.
Já o Amendoeiras Clube de Investimentos
é voltado para clientes com perfil mais
conservador. A montagem da carteira parte da premissa
que o atual momento não justifica assumir
altos riscos e a posição deve estar
defendida, por isso, é composta por ações
e derivativos da Vale e da Petrobras, além
de instrumentos de renda fixa, buscando as melhores
oportunidades disponíveis no momento e
agregando valor aos cotistas com baixo nível
de risco.
Desde janeiro, a Um Investimentos acumula um aumento
de 57% no número de clientes. Somente em
outubro, o crescimento foi de 14% em relação
ao mês anterior, que segundo Giancolli,
pode ser explicado pelo fato de haver pessoas
que estão aproveitando a oferta de ações
em baixa para começar a investir. “Os
novos clubes são uma forma de apresentar
sempre novas alternativas aos clientes. Essa estratégia
é fundamental dentro da linha de ação
da corretora, de disponibilizar gerentes exclusivos
e prestar um serviço ‘taylor made’
para os clientes”, finaliza.
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13.12 -
O Instituto Nacional
de Cardiologia (INC), referência do Ministério
da Saúde no tratamento de doenças
cardíacas, realizou em novembro o primeiro
transplante de homoenxerto descelularizado em
doenças cardíacas congênitas
do Rio de Janeiro. Uma paciente de 29 anos recebeu
uma válvula pulmonar e parte da artéria
pulmonar para corrigir anormalidades causadas
pela Tetralogia de Fallot, doença congênita
que causa a abertura na parede que separa os dois
lados do coração, estreitamento
severo da artéria pulmonar, anormalidades
no ventrículo direito e na artéria
aorta. Os pacientes com a doença apresentam
cianose (cor arroxeada) nos lábios e nas
extremidades dos dedos.
Transplantes de homoenxerto são realizados
desde a década de 60 e consistem na retirada
de válvulas de corações de
indivíduos falecidos, cujos órgãos
não apresentam condições
seguras para transplante. O ineditismo do procedimento
realizado pelo INC é a técnica de
separação das células, que
reduz o risco de rejeição e de novas
intervenções cirúrgicas.
Segundo o diretor geral do Instituto, Hans Fernando
Dohmann, para a segurança do procedimento
as válvulas são classificadas quanto
ao tamanho, compatibilidade sanguínea e
imunológica. “Aplicamos detergentes
enzimáticos, uma espécie de sabão,
que retira as células do doador e mantém
intacta sua estrutura. Uma vez implantada no receptor,
as próprias células do organismo
tratam de revestir aquela matriz, que passa a
ser reconhecida como própria. Isso reduz
a possibilidade de rejeição e inflamação
e aumenta a durabilidade da válvula no
novo organismo”, explica.
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07.11 -
Instituto Nacional
de Cardiologia (INC) realiza estudo para verificar
o envelhecimento fisiológico
O serviço
de Hipertensão Arterial, do Instituto Nacional
de Cardiologia (INC), em parceria com a Coppe-UFRJ,
está realizando um estudo para verificar
o efeito do envelhecimento e do treinamento físico
aeróbico na modulação autonômica
da freqüência cardíaca –
capacidade do coração responder
prontamente às demandas impostas pelo ambiente
e pelo próprio organismo. O estudo faz
parte da tese de mestrado da fisioterapeuta Gabriela
Alves Trevizani.
“Como o envelhecimento fisiológico
(livre de doenças) ocasiona alterações
no sistema cardiovascular relacionadas com a predisposição
de doenças cardíacas, se for comprovada
que a prática de exercícios físicos
é capaz de minimizar essas alterações,
estaremos criando uma proposta de mudança
no estilo de vida como forma de prevenção
das doenças”, explica a fisioterapeuta,
que está selecionando homens de 20 a 60
anos, saudáveis e não-fumantes.
Os voluntários passarão por exames,
como teste de esforço submáximo
(escolhido por não exigir muito) e eletrocardiograma
de alta resolução, para verificar
se há diferenças no controle da
freqüência cardíaca entre dois
grupos distintos, um sedentário e outro
fisicamente ativo, em quatro faixas de idade.
Os interessados em fazer parte do estudo devem
entrar em contato com a Divisão de Hipertensão
Arterial do INC através do telefone 2285-3344
ramal 2270. |
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07.11 - Dia Nacional
de Conscientização sobre o Zumbido
HUCFF realiza evento
para concientizar a população sobre
o tema
Na próxima terça-feira, 11, o Grupo
de Apoio a Pessoas com Zumbido (GAPZ) e problemas
auditivos do Hospital Universitário Clementino
Fraga Filho (HUCFF) realizará um evento
com o propósito de fornecer informações
atualizadas para os portadores do sintoma. Segundo
a otorrinolaringologista do HUCFF e coordenadora
do GAPZ, Patrícia Ceminelli, o zumbido
afeta aproximadamente 15% da população
mundial e 30 milhões de brasileiros sofrem
desse incômodo.
“O zumbido
não é uma doença, e sim um
sintoma, como a dor de cabeça e a febre”,
esclarece a médica. Caracterizado pela
presença de um som nos ouvidos ou na cabeça
sem que seja produzido por uma fonte externa,
o tipo mais comum de zumbido pode ser constante
ou intermitente, e está presente em 80%
dos casos. Já os zumbidos objetivos podem
ser ouvidos por pessoas próximas ao paciente
e está presente em 20% dos portadores.
“Nesse caso, os zumbidos estão associados
a problemas vasculares na região da cabeça
e pescoço ou contraturas musculares dos
músculos do ouvido ou palato”,
explica Ceminelli.
De acordo com a médica, para diagnosticar
é necessário realizar uma investigação
minuciosa do histórico clínico do
paciente, complementado por testes físicos,
exame de sangue e audiometria (método usado
para medir a audição). “Muitas
doenças podem causar o zumbido e mais de
uma causa pode estar presente no mesmo indivíduo.
É um longo caminho para descobrir de quais
doenças o zumbido é o sintoma”,
explica a especialista.
O GAPZ foi criado em 1999 e já existe em
oito cidades do Brasil. O grupo visa fornecer
informações atualizadas e de fácil
linguagem para os portadores do zumbido e até
mesmo para quem tiver interesse no assunto. Segundo
Patrícia Ceminelli, muitos portadores apresentam
repercussões importantes na vida diária
e por isso a troca de experiências é
fundamental. “O paciente deve saber que
as reuniões não substituem o tratamento
convencional orientado pelo médico”,
alerta. Formado por profissionais voluntários,
o grupo funciona com reuniões gratuitas
mensais, toda quinta-feira, das 15h30 às
17h30, no 12° andar do HUCFF, Auditório
Alice Rosa. As reuniões são abertas
ao público e não é necessário
encaminhamento.
O GAPZ solicita que, se possível,
a pessoa confirme presença pelos telefones
2562-2842 / 9578-4590 ou pelo e-mail gapzrj@forl.org.br
. O Hospital Universitário Clementino Fraga
Filho fica na Rua Professor Rodolpho Paulo Rocco,
n° 255 - Cidade Universitária - Ilha
do Fundão. |
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20.09 - Chega
de Saudade
Reza a lenda de
que no beco localizado na Rua Duvivier, em Copacabana,
no Rio de Janeiro, as garrafas voavam dos apartamentos,
por causa do barulho feito pelos freqüentadores
de quatro boates ali localizadas. Por isso, o
lugar foi chamado de "o beco das garrafas".
Reduto da Bossa Nova, um dos movimentos musicais
mais famosos do Brasil e que está completando
50 anos, o Beco reunia os maiores talentos da
época.
Passado meio século, o Beco das Garrafas
e suas boates continuam no mesmo lugar, porém
de portas fechadas para o público. Mas,
em breve, o maior templo da Bossa Nova, voltará
a animar as noites de Copacabana. Um grupo de
empresários se reuniu para promover a revitalização
do Beco das Garrafas, autorizada pela Prefeitura
do Rio de Janeiro. Os imóveis já
foram comprados e estão sendo reformados.
Apenas duas casas serão reabertas. A Litlle
Club funcionará como uma memória
da Bossa Nova, onde estarão disponíveis
gravações, fotos, instrumentos e
qualquer outro objeto que traga lembranças
da época. O espaço será dedicado
à música instrumental e o público
poderá visitar, apreciar, bater papo, tomar
seu uísque, e ouvir uma boa música,
é claro. Já a Bottle´s, apresentará
shows diários de Bossa Nova para os turistas
e cariocas.
A previsão é que até o fim
do ano o Beco já esteja funcionando. O
projeto da reforma é assinado pelo compositor,
instrumentista, cantor, arquiteto e artista plástico,
Carlos Alberto Pingarilho, que iniciou sua carreira
artística no final dos anos 50, atuando
em conjuntos musicais ao lado de Marcos Valle.
A direção artística será
assinada por Luis Carlos Miele, que, junto com
o compositor Ronaldo Bôscoli, formou a dupla
Miele & Bôscoli, responsável
pela direção e produção
de diversos espetáculos, além de
programas musicais em emissoras de televisão.
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18.09 - Pesquisa
do HUCFF pode diminuir fila de transplante pulmonar
Hospital estuda
forma alternativa para tratamento da Doença
Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
A cada 10 segundos morre uma pessoa no mundo vítima
de doença pulmonar obstrutiva crônica
(DPOC), mais conhecida como enfisema pulmonar. De
acordo com a Organização Mundial de
Saúde, o número de óbitos ao
ano já chega a 2,75 milhões. A doença
é a quarta maior causa de morte mundial e
no Brasil o número de doentes chega a sete
milhões. O Hospital Universitário
Clementino Fraga Filho (HUCFF), centro de excelência
para diagnóstico e tratamento da doença,
está realizando um estudo que tem como principal
objetivo reduzir a fila do transplante pulmonar.
O estudo avalia uma forma alternativa de tratamento
que propõe a implantação de
seis a oito válvulas respiratórias
unidirecionais com a função de desinflar
o pulmão do paciente, já que um dos
sintomas é a dificuldade de lançar
o ar dos pulmões para a atmosfera. O procedimento
visa atenuar as crises da doença, além
de evitar a cirurgia redutora de volume pulmonar
e as indicações para transplante.
“Com esse estudo concluímos que é
possível controlar a DPOC. Os participantes
estão sendo submetidos a apenas uma sessão
para implantação dessas válvulas,
com duração média de uma hora,
e já apresentam melhora na qualidade de vida.
Eles já conseguem realizar atividades antes
impossíveis como subir escadas e fazer longas
caminhadas.” comemora Marina Lima, pneumologista
à frente da pesquisa no HUCFF.
A DPOC é uma doença crônica,
progressiva e irreversível. A causa pode
ser genética, devido à deficiência
de uma enzima fundamental para o funcionamento normal
do pulmão (alfa 1 antitripsina). Mas o tabagismo
contribui para o aumento de sua incidência.
Os fumantes representam o maior grupo de risco,
pois 20% desenvolvem a doença e 80% daqueles
que sofrem com ela, ainda são fumantes ativos.
“Antes, o número de pacientes era preferencialmente
masculino. Hoje não há mais essa relação
de gênero, pois as mulheres estão fumando
mais. Os fumantes passivos também estão
vulneráveis à patologia”, lembra
Marina Lima.
Os sintomas da doença são cansaço,
tosse, chiado no peito, sensação de
falta de ar e dificuldade para realizar tarefas
rotineiras, inclusive em relação a
esforços físicos simples, como cruzar
as pernas e amarrar os sapatos. A OMS prevê
que a DPOC será a 3ª causa mortis mais
comum até 2020. No ambulatório do
HUCFF são atendidos mensalmente cerca de
200 pacientes. Como
participar da pesquisa:
Pré-requisitos – Ter diagnóstico
de DPOC e ser alfabetizado.
Exames necessários – Teste de caminhada,
ecocardiograma, eletrocardiograma, gasometria
arterial, avaliação nutricional,
habilitação pulmonar, entre outros.
Todos são realizados no próprio
HUCFF.
Inscrições - Durante todo o ano
o HUCFF recrutará participantes para a
pesquisa através dos telefones 2562-2194
ou 3105-0064, de segunda à sexta-feira,
das 8h às 17h. Todos os candidatos inscritos
integrarão um banco de dados do hospital.
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15.09 - Um novo conceito
de morada
Bairro
Novo muda conceito de bairro planejado no Brasil,
com empreendimentos em grande escala, qualidade
de vida e infra-estrutura Com
uma política econômica atraente e
um déficit habitacional de cerca de 1,5
milhão de moradias, famílias com
faixa de renda entre 4 e 10 salários mínimos
se tornaram um público cada vez mais promissor
para as empresas que investem no setor imobiliário.
A boa oportunidade no mercado fez surgir um grande
negócio: a Bairro Novo. A empresa foi criada
em 2007 a partir da união da expertise
da Gafisa no desenvolvimento simultâneo
de grandes projetos imobiliários ao know-how
da Odebrecht, que possui experiência em
implementação de infra-estrutura
em grandes áreas. O objetivo da Bairro
Novo é ser líder em habitação
popular. Até o fim de 2008, serão
lançadas 15 mil unidades em uma área
em construção de 1,25 milhão
de metros quadrados.
A proposta é inovadora: construir bairros
planejados, de mil a 10 mil unidades, com qualidade
de vida e infra-estrutura. O projeto é
do arquiteto Roberto Candusso e chama a atenção
pelos atributos, antes só usados em empreendimentos
de média/alta renda. Os bairros são
formados por diversos condomínios integrados,
com casas de 2 e 3 dormitórios e apartamentos
de 2 dormitórios, localizados em zonas
residenciais. Segundo Roberto Senna, presidente
da Bairro Novo, a empresa estuda projetos em todas
as regiões metropolitanas do país.
“Quase a totalidade dos municípios
com mais de 200 mil habitantes sofre atualmente
com o déficit de moradias”, declara.
O grande diferencial é a dimensão
dos projetos. Até o momento, as poucas
empresas do mercado brasileiro especializadas
na construção de bairros planejados
produziram empreendimentos com, no máximo,
mil unidades. Com a chegada da Bairro Novo, a
escala dos projetos traz o impacto positivo em
questões como qualidade de vida e infra-estrutura
nas cidades que receberão os empreendimentos.
O Bairro Novo Cotia, lançado em dezembro
de 2007 no município de mesmo nome, a 30
km de São Paulo, terá 75 condomínios,
num total de 2.386 unidades, entre casas de 2
e 3 quartos e apartamentos de 2 quartos. No primeiro
módulo, 100% vendido, serão construídas
mil unidades e o prazo para entrega é previsto
para fim de 2008.
Um bom exemplo do impacto causado pelo projeto
é o Bairro Novo Camaçari, lançado
em julho no município baiano. O projeto
está localizado no bairro Jardim Limoeiro,
que conta com apenas 3% de esgotamento sanitário.
Ao final da construção do Bairro
Novo, que terá, como todos os empreendimentos,
100% de rede de água e esgoto em uma área
de 750 mil metros quadrados, o Jardim Limoeiro
estará inserido em uma nova realidade.
Outro dado importante: Camaçari possui
pouco mais de 220 mil habitantes. Quando estiver
com todas as unidades entregues, o Bairro Novo
Camaçari abrigará cerca de 18 mil
pessoas, se considerarmos famílias de quatro
pessoas morando em cada uma das 4.500 unidades,
um aumento de quase 10% na população
do município que viverá em perfeitas
condições de moradia, infra-estrutura,
transporte, educação, segurança
e acesso a serviços. Essas garantias existem
porque, ao longo da construção,
a Bairro Novo proporciona melhorias também
na região onde os bairros são instalados,
como a ampliação de escolas, recuperação
de vias públicas em parcerias com os governos
locais, e pequenas reformas, visando a melhor
adaptação da comunidade ao empreendimento.
Atributos de classe
A com condições únicas de
financiamento
Todos os empreendimentos contam com as mesmas
características: infra-estrutura completa;
segurança (o bairro é fechado e
possui guarita); ruas asfaltadas e sinalizadas;
iluminação pública; redes
de água e esgoto; coleta de lixo; área
comercial, com lojas, padaria, farmácia
e mercado; proximidade com escolas, rede de comércio
e serviços; facilidade de acesso e de transporte
público; além de área verde,
composta de bosque, trilhas ecológicas
e praças; e áreas de lazer, equipadas
com playground, quadras de esporte, churrasqueiras
e equipamentos adaptados de acordo com os hábitos
locais.
O projeto é baseado no modelo de habitação
do México, onde são construídas
mais de 700 mil moradias por ano. Por lá,
com incentivos governamentais, as construtoras,
até então focadas no alto padrão,
passaram a urbanizar extensas áreas nas
periferias das grandes cidades. Como os empreendimentos
são em grande escala, foi desenvolvido
um método produtivo industrial, através
do qual as construções são
feitas com moldes, onde é aplicado o concreto.
Os moldes já têm a previsão
para a parte elétrica e hidráulica,
o que reduz tempo e custo.
Todas as unidades têm preparação
para telefone, antena, TV a cabo e Internet, e
a pintura externa é feita com tinta acrílica.
Além disso, dependendo da região,
outras facilidades podem ser agregadas. Na região
Nordeste, por exemplo, há também
preparação para instalação
de ar-condicionado no quarto do casal. Os moradores
também poderão ampliar suas casas
de forma planejada e organizada, já que
receberão um projeto pré-aprovado
de anexo (quarto e banheiro).
Com público-alvo formado por famílias
com faixa de renda entre 4 a 10 salários
mínimos, em geral recém constituídas,
como casais com filhos pequenos, ou pessoas solteiras
que buscam maior independência saindo da
casa dos pais, a Bairro Novo criou condições
de financiamento utilizando recursos do FGTS repassados
pelo ABN Amro-Real. O custo varia de acordo com
o empreendimento e o comprador pode financiar
até 90% do imóvel, com o pagamento
dos 10% restantes podendo ser feito até
a entrega das chaves. As taxas de juros são
de 6% ao ano para renda familiar até R$
1.875,00 e de 8,16% ao ano para até R$
4.900,00. O prazo para pagar é de até
25 anos.
Sustentabilidade e estímulo à comunidade
O maior objetivo da Bairro Novo após a
entrega dos empreendimentos é manter vivo
o conceito do projeto através da garantia
da qualidade de vida dos moradores. Por isso,
a empresa investe em uma política sustentável
que estimula ações de geração
de renda para o condomínio no futuro, entre
elas, a coleta seletiva de lixo e a coleta de
óleo de cozinha. Todos os bairros terão,
ainda, uma associação de moradores,
que será capacitada pela empresa, que vai
regular as diretrizes e regras para garantir a
conservação e a manutenção
do imóvel e o bom convívio. |
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